terça-feira, 19 de junho de 2012

FAUNA DO ALENTEJO --- GAIO


AROMAS DO ALENTEJO -- OREGÃOS


FAUNA DO ALENTEJO --- LONTRA


ÁGUIA DE ASA REDONDA


Águia de asa redonda
uma espécie em vias de extinção.
nos anos 70 os alunos da então escola preparatóri de ourique levaram a cabo um projeto de recuperação desta ave de rapina, cujo filme foi passado na cadeia de televisão BBC vida selvagem.

LINDOS E SABOROSOS --- FIGO MEL


ARROZ DE TÚBERAS


SOPAS DE PEIXE


MERENDA RÁPIDA PÃO VINHO E AZEITONAS


segunda-feira, 11 de junho de 2012

CASTELO DE AMIEIRA DO TEJO----NISA




O Castelo de Amieira ou Castelo da Amieira é um castelo português fundado no século XIV por D. Frei Álvaro Gonçalves Pereira, prior da Ordem do Hospital para servir de defesa da Linha do Tejo

AQUEDUTO DA AMOREIRA -----ELVAS


Aqueduto da Amoreira - Elvas
O Aqueduto da Amoreira liga o local da Amoreira à cidade de Elvas. Tem 843 arcos com mais de cinco arcadas e torres de 30 m de altura.
Em 1498, a única fonte de abastecimento de água potável, na então Vila de Elvas, era o "Poço de Alcalá", junto da Porta do Bispo, na segunda muralha árabe.
O assunto foi levado às Cortes de Évora. Nesse mesmo ano, El Rei D. Manuel, autorizou um imposto que ficou a chamar-se Real d'água" e que consistia no pagamento de um real a mais do que o seu custo, em cada arrátel de carne e de peixe que se comesse em Elvas, e em cada quartilho de vinho que se bebesse, para que com essa verba se começasse a construção do aqueduto.

CASTELO DE PORTEL


segunda-feira, 21 de maio de 2012

MUITA ÁGUA TIROU ESTE CALDEIRÃO

FONTANÁRIO ALDEIA DA LUZ

 

CASTRO VERDE

FONTANÁRIO MOURA


FONTE MONSARAZ


POEMA DE ROSA HELENA MOITA...DE BERINGEL



Dois compadres se encontraram
E logo ali começaram
A falar das suas dores,
Diz um: eu não ando bêi?
_ Atão, mas atão o que têi?
Nã trago nenhuns valores.

_ Atão e eu, atão eu!
Com uma dor que ma praceu
Cá na parte das cadeiras,
É uma dor duma figa
Que me vai dreto à barriga
Tem sido, grandes canseiras.

_ Atão, já foi ó dator?
_ É cá já fui sim senhor,
Mas nã agarri a vez:
Vô pra lá de madrogada
Mas não me serve de nada
Já lá ando há más dum mês?

Já tumi tantas mézinhas
Que me deram as vizinhas
Mas nã me dê resoltado?
Pois o meu é outro mal
Í delas nã é egual
Inda tenho piorado.

Sacaso nã mengano
Uma vez esperi um ano
E nã havia maneira
Cmó tempo foi passando
Eu acabei me curando
Com uma mezinha caseira.

Vomecei, lembra-se bêi,
Do meu primo que Deus têi?
Há anos tá entarrado
Pois esse pobre rapaz
Que tinha feto uma anaz
Vê-lhe agora o resoltado.

Por só agora chigar
Foi-se a viúva quexar
À Caxa de Previdência
Que já nã era preciso
Quele foi pró paraíso
Por lhe faltar assestência.

Uma por tar mal desposta
Inda lhe deu por resposta
Que ele é que foi apressado
Quem é cu mandou morrer
Sem premero vir a saer
Qual seria o resoltado?

_ Oi lá, mas você tá vendo,
O que tá acontecendo!
É cá ainda nã vi disto?
Mas que coisa tã mal feta
Vai um homem pró maneta
E inda fica mal visto?

Paga a gente um denherão
E chegando a ocasião
Ir lá é tempo perdido
Sa gente se quer mostrar
Vai ó dator a pagar
Sé que quer ser atendido.

Compadre ê vô dabalada
Ca conversa nã dá nada
Nã passa de lenga-lenga
Quer isto mude ó nã mude
A respeito de saúde…
É sempre a mesma moenga?


E esta? De: Rosa Helena Moita – Beringel- Beja