Um espaço para revisitar as emoções vividas no Grupo do Facebook: Alentejo-Terra e Gente
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
domingo, 13 de outubro de 2013
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
A CAL
A CAL
O BRANCO DA CAL É O ESPELHO DO ASSEIO
Caiar é um processo que se naturalizou no Alentejo. Caia-se muito e sempre, espelhando-se proporcionalmente o asseio. Caia-se a ´frente' e caiam-se as ‘casas', ou seja, a fachada e as divisões da casa. Maria Lamas ao entrevistar uma mulher alentejana perguntou-lhe:
«- Quantas vezes costuma caiar a casa, para a manter assim tão branca?
A resposta foi:
«- Quantas vezes? Ora essa! Não tem vezes certas. A casa caia-se antes que seja preciso!»
Maria Lamas, As Mulheres do meu País , Lisboa, 1948.
(Monsaraz - Foto de Ana Morgado
O BRANCO DA CAL É O ESPELHO DO ASSEIO
Caiar é um processo que se naturalizou no Alentejo. Caia-se muito e sempre, espelhando-se proporcionalmente o asseio. Caia-se a ´frente' e caiam-se as ‘casas', ou seja, a fachada e as divisões da casa. Maria Lamas ao entrevistar uma mulher alentejana perguntou-lhe:
«- Quantas vezes costuma caiar a casa, para a manter assim tão branca?
A resposta foi:
«- Quantas vezes? Ora essa! Não tem vezes certas. A casa caia-se antes que seja preciso!»
Maria Lamas, As Mulheres do meu País , Lisboa, 1948.
(Monsaraz - Foto de Ana Morgado
A CAL
"A CAL"
O PREGÃO DO CALEIRO
O caleiro ou o ‘homem da cal', uma figura rara, ainda transporta torrões de cal numa carroça. Vai andando e apregoando: Cal bran...........ca! Anda e para à medida que as poucas freguesas aparecem. O burro espera pacientemente. E o caleiro vende a cal a peso, numa balança de pratos. Depois, ele e o burro seguem caminho.
CAL BRAN.............CA!
Foto de "Imagens sobre a cal", em pesquisa google
A CAL / COM POEMA DE ANTÓNIO SARDINHA
A CAL
Louvada seja, louvada
a cal que a casa caiou!
...
Ó cal melhor que a abastança
tu és irmã da alegria
Postas na mesma balança
uma p´la outra valia
...
Que brigas vão na lareira
Que teimas vão na cozinha!
O fumo quere-a trigueira
A dona quere-a branquinha
...
Que linda a casa asseada
- Quanta demão não levou!
Louvada, seja louvada
a cal que a casa caiou
António Sardinha
Louvada seja, louvada
a cal que a casa caiou!
...
Ó cal melhor que a abastança
tu és irmã da alegria
Postas na mesma balança
uma p´la outra valia
...
Que brigas vão na lareira
Que teimas vão na cozinha!
O fumo quere-a trigueira
A dona quere-a branquinha
...
Que linda a casa asseada
- Quanta demão não levou!
Louvada, seja louvada
a cal que a casa caiou
António Sardinha
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
terça-feira, 8 de outubro de 2013
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
REVIVER O PASSADO EM FOTOGRAFIA
No rio Guadiana ano de 1969, era através desta barca que era feita a ligação entre os concelhos de Moura e Vidigueira.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
AZULEJOS DO ALENTEJO
Azulejos do edifício anexo da Igreja de Sta. Maria , Beja... Agosto 2011
O Edifício anexo à Igreja de Sta Maria encontra-se neste momento em obras (ex-edifício da Caixa Geral de Depósitos). Os azulejos, pertencem à antiga Capela de N. Sra do Rosário. Na imagem vê-se o painel de azulejos da parede do lado direito de quem entra, que ainda não foi retirado (o que já aconteceu com o painel do lado esquerdo).
terça-feira, 24 de setembro de 2013
domingo, 22 de setembro de 2013
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
MERTOLA VILA MUSEU
O Concelho de Mértola dispõe de um Património Histórico e Cultural Monumental vasto, daí a imagem criada de “Mértola Vila Museu”. Castelos, igrejas, conventos, museus, torres, ermidas, campos arqueológicos, vestígios de antigas civilizações, tudo isto pode ser visto e descoberto no Concelho de Mértola.
Foto de httpferias-paratodos.blogs pot.pt
domingo, 15 de setembro de 2013
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