Um espaço para revisitar as emoções vividas no Grupo do Facebook: Alentejo-Terra e Gente
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
CASTRO VERDE
Castro vila Alentejana
Repleta de bela história
A sua brancura emana
Nostalgia...
Asseio que alegra a memória
De quantos nela habitam
De tantos que há muito abalaram
Orgulho dos que ficaram
Respeitando suas raízes
Ricos e pobres de bem
Que em Castro são Felizes
Repleta de bela história
A sua brancura emana
Nostalgia...
Asseio que alegra a memória
De quantos nela habitam
De tantos que há muito abalaram
Orgulho dos que ficaram
Respeitando suas raízes
Ricos e pobres de bem
Que em Castro são Felizes
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
terça-feira, 15 de outubro de 2013
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
BRASÕES DA NOSSA TERRA
CORTE DO PINTO, Mértola
(A MINA DE S. DOMINGOS, no Alentejo, localiza-se na freguesia de Corte do Pinto, concelho de Mértola, distrito de Beja,)
domingo, 13 de outubro de 2013
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
A CAL
A CAL
O BRANCO DA CAL É O ESPELHO DO ASSEIO
Caiar é um processo que se naturalizou no Alentejo. Caia-se muito e sempre, espelhando-se proporcionalmente o asseio. Caia-se a ´frente' e caiam-se as ‘casas', ou seja, a fachada e as divisões da casa. Maria Lamas ao entrevistar uma mulher alentejana perguntou-lhe:
«- Quantas vezes costuma caiar a casa, para a manter assim tão branca?
A resposta foi:
«- Quantas vezes? Ora essa! Não tem vezes certas. A casa caia-se antes que seja preciso!»
Maria Lamas, As Mulheres do meu País , Lisboa, 1948.
(Monsaraz - Foto de Ana Morgado
O BRANCO DA CAL É O ESPELHO DO ASSEIO
Caiar é um processo que se naturalizou no Alentejo. Caia-se muito e sempre, espelhando-se proporcionalmente o asseio. Caia-se a ´frente' e caiam-se as ‘casas', ou seja, a fachada e as divisões da casa. Maria Lamas ao entrevistar uma mulher alentejana perguntou-lhe:
«- Quantas vezes costuma caiar a casa, para a manter assim tão branca?
A resposta foi:
«- Quantas vezes? Ora essa! Não tem vezes certas. A casa caia-se antes que seja preciso!»
Maria Lamas, As Mulheres do meu País , Lisboa, 1948.
(Monsaraz - Foto de Ana Morgado
A CAL
"A CAL"
O PREGÃO DO CALEIRO
O caleiro ou o ‘homem da cal', uma figura rara, ainda transporta torrões de cal numa carroça. Vai andando e apregoando: Cal bran...........ca! Anda e para à medida que as poucas freguesas aparecem. O burro espera pacientemente. E o caleiro vende a cal a peso, numa balança de pratos. Depois, ele e o burro seguem caminho.
CAL BRAN.............CA!
Foto de "Imagens sobre a cal", em pesquisa google
A CAL / COM POEMA DE ANTÓNIO SARDINHA
A CAL
Louvada seja, louvada
a cal que a casa caiou!
...
Ó cal melhor que a abastança
tu és irmã da alegria
Postas na mesma balança
uma p´la outra valia
...
Que brigas vão na lareira
Que teimas vão na cozinha!
O fumo quere-a trigueira
A dona quere-a branquinha
...
Que linda a casa asseada
- Quanta demão não levou!
Louvada, seja louvada
a cal que a casa caiou
António Sardinha
Louvada seja, louvada
a cal que a casa caiou!
...
Ó cal melhor que a abastança
tu és irmã da alegria
Postas na mesma balança
uma p´la outra valia
...
Que brigas vão na lareira
Que teimas vão na cozinha!
O fumo quere-a trigueira
A dona quere-a branquinha
...
Que linda a casa asseada
- Quanta demão não levou!
Louvada, seja louvada
a cal que a casa caiou
António Sardinha
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
terça-feira, 8 de outubro de 2013
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
REVIVER O PASSADO EM FOTOGRAFIA
No rio Guadiana ano de 1969, era através desta barca que era feita a ligação entre os concelhos de Moura e Vidigueira.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
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