quinta-feira, 17 de outubro de 2013

DOCES TRADICIONAIS ALENTEJANOS / POPIAS CAIADAS





CASTRO VERDE


A luz de Castro Verde - 

Foto de Rui Pajares

CASTRO VERDE




Cartaz da Feira de Castro de 2013

CASTRO VERDE / BASILICA DE CASTRO VERDE / FOTO ANTÓNIA MIGUEL


CASTRO VERDE




Castro vila Alentejana
Repleta de bela história
A sua brancura emana
Nostalgia...
Asseio que alegra a memória
De quantos nela habitam
De tantos que há muito abalaram
Orgulho dos que ficaram
Respeitando suas raízes
Ricos e pobres de bem
Que em Castro são Felizes

RIOS DO ALENTEJO



'Rio Sado' — em Rio Sado, junto a Ermidas, Foto Net-www.cm-santiagocacem.pt.


RIOS DO ALENTEJO / RIO ARDILA / FOTO JOSÉ SOUSA DA SILVA



quarta-feira, 16 de outubro de 2013

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

BRASÕES DA NOSSA TERRA / VILA DE BARRANCOS


BRASÕES DA NOSSA TERRA




CORTE DO PINTO, Mértola

(A MINA DE S. DOMINGOS, no Alentejo, localiza-se na freguesia de Corte do Pinto, concelho de Mértola, distrito de Beja,)

BRASÕES DA NOSSA TERRA / CABEÇO DE VIDE / FRONTEIRA


BRASÕES DA NOSSA TERRA / EVORA


GRUPO REGIONAL DE CANTARES DE PORTEL / NA MODA Ó MINHA VERDE RAMINHA

ALENTEJO / GRUPO MUSICAL RAIZES DO ALENTEJO / OLHA A NOIVA SE VAI LINDA

ALENPRODUÇÕES / GRUPO CORAL DE SERPA

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

VIOLA CAMPANIÇA / E MODAS DE BAILE / COM PEDRO MESTRE

A CAL




A CAL

O BRANCO DA CAL É O ESPELHO DO ASSEIO 

Caiar é um processo que se naturalizou no Alentejo. Caia-se muito e sempre, espelhando-se proporcionalmente o asseio. Caia-se a ´frente' e caiam-se as ‘casas', ou seja, a fachada e as divisões da casa. Maria Lamas ao entrevistar uma mulher alentejana perguntou-lhe: 
«- Quantas vezes costuma caiar a casa, para a manter assim tão branca?
A resposta foi:
«- Quantas vezes? Ora essa! Não tem vezes certas. A casa caia-se antes que seja preciso!» 
Maria Lamas, As Mulheres do meu País , Lisboa, 1948. 

(Monsaraz - Foto de Ana Morgado

A CAL





"A CAL"

O PREGÃO DO CALEIRO
O caleiro ou o ‘homem da cal', uma figura rara, ainda transporta torrões de cal numa carroça. Vai andando e apregoando: Cal bran...........ca! Anda e para à medida que as poucas freguesas aparecem. O burro espera pacientemente. E o caleiro vende a cal a peso, numa balança de pratos. Depois, ele e o burro seguem caminho.
CAL BRAN.............CA! 

Foto de "Imagens sobre a cal", em pesquisa google


A CAL / COM POEMA DE ANTÓNIO SARDINHA



A CAL


Louvada seja, louvada 
a cal que a casa caiou!
...
Ó cal melhor que a abastança
tu és irmã da alegria
Postas na mesma balança
uma p´la outra valia
...
Que brigas vão na lareira
Que teimas vão na cozinha!
O fumo quere-a trigueira
A dona quere-a branquinha
...
Que linda a casa asseada
- Quanta demão não levou!
Louvada, seja louvada
a cal que a casa caiou

António Sardinha

terça-feira, 8 de outubro de 2013

CORETOS DA NOSSA TERRA / CORETO DE FRONTEIRA


CORETOS DA NOSSA TERRA / CORETO DE VILA BOIM


OS CORETOS DA NOSSA TERRA / CORETO DE EVORA


OS CORETOS DA NOSSA TERRA / CORETO DE MOURA


VILA DE SERPA


VILA DE SERPA


VILA DE SERPA / PRAÇA DE SERPA


VILA DE SERPA


VILA DE SERPA



ERMIDA DE SENHORA DA GUADALUPE EM SERPA