Um espaço para revisitar as emoções vividas no Grupo do Facebook: Alentejo-Terra e Gente
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
domingo, 22 de dezembro de 2013
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
domingo, 10 de novembro de 2013
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
REVIVER O PASSADO EM FOTOGRAFIA..
Convite a ler o posESTREMOZ - TIPOS POPULARES DO MERCADO
O amola-tesouras Paulino no Mercado de Estremoz, nos anos 60 do séc. XX. Foto de Margarida Ribeiro.
terça-feira, 29 de outubro de 2013
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
A CAL
O branco em grandes superfícies , o azul e o amarelo em pequenas..São as cores por excelência do Alentejo. !!!
A CAL / FOTO FRANCISCO MARQUES
A Igreja, com uma ou várias demãos de cal diluída.
Ruas sempre branquinhas, diz o povo que é da (caiança é o asseio)... É no verão que se faz a (caiação). Gente da mesma rua tem o capricho de manter sempre a beleza dos espaços que partilham, tornando-se este um local de convívio em noites de calma, de verão quente, sentam-se em cadeiras de bunho, é o serão. "Reunião familiar (compadres e comadres) durante as primeiras horas da noite".
A CAL
O branco do Alentejo está aqui bem patente nesta linda Capela em .ALVITO - ERMIDA
DE S. SEBASTIÃO
Foto de Nihilist - Trekeart
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
POETAS E POESIA ALENTEJANA
QUASE NO FIM
O homem vira empecilho
Velho e atacado p’lo mal;
Tenha ou não algum filho
Vai morrer ao Hospital
Meu Deus como o homem fica
Quando a vida está no fim!
É a fase mais ruim
Que o nosso destino indica;
De forte passa a medrica,
Já nem conhece o seu trilho,
É p’rá família um peguilho
Volta aos tempos de criança,
Conforme a idade avança
O homem vira empecilho.
Sempre a velhice foi dura
Feia, triste até mais não;
É digna de compaixão
A realidade mais pura.
Se a força nos não atura
Torna-se a vida banal,
O homem fica afinal
Em situação comovente,
Logo que um dia se sente
Velho e atacado p’lo mal.
Em tempos que já lá vão
Não metia tanto medo,
A mulher não tinha emprego
A não ser de ocasião;
Sentia satisfação
Em tratar os pais com brilho;
Agora é um espartilho
Não poder ser como era
O velho sabe o que o espera
Tenha ou não algum filho.
Hoje os filhos não podiam
A seus pais se dedicar;
Mesmo que quisessem dar
O amor que eles queriam.
Só p’ra herdar serviriam
Haver filhos do casal,
A vida não é igual,
O velho fica a saber
Se lhe faltar o poder
Vai morrer ao Hospital.
Poeta Alentejano José da Silva Máximo.!!!!
O homem vira empecilho
Velho e atacado p’lo mal;
Tenha ou não algum filho
Vai morrer ao Hospital
Meu Deus como o homem fica
Quando a vida está no fim!
É a fase mais ruim
Que o nosso destino indica;
De forte passa a medrica,
Já nem conhece o seu trilho,
É p’rá família um peguilho
Volta aos tempos de criança,
Conforme a idade avança
O homem vira empecilho.
Sempre a velhice foi dura
Feia, triste até mais não;
É digna de compaixão
A realidade mais pura.
Se a força nos não atura
Torna-se a vida banal,
O homem fica afinal
Em situação comovente,
Logo que um dia se sente
Velho e atacado p’lo mal.
Em tempos que já lá vão
Não metia tanto medo,
A mulher não tinha emprego
A não ser de ocasião;
Sentia satisfação
Em tratar os pais com brilho;
Agora é um espartilho
Não poder ser como era
O velho sabe o que o espera
Tenha ou não algum filho.
Hoje os filhos não podiam
A seus pais se dedicar;
Mesmo que quisessem dar
O amor que eles queriam.
Só p’ra herdar serviriam
Haver filhos do casal,
A vida não é igual,
O velho fica a saber
Se lhe faltar o poder
Vai morrer ao Hospital.
Poeta Alentejano José da Silva Máximo.!!!!
POETAS E POESIA ALENTEJANA
LÁGRIMA
Não é vergonha chorar
Mais vergonha é mentir
Quanto o receio de amar
Me rouba a vontade de sorrir
Grito ao vento e ao luar
Ao sol e á chuva miudinha
Que me apetece chorar
Por me deixares sózinha
Um amor raro de encontrar
Hoje já não se ama assim
Fico triste a perguntar
Porque partiste assim?
Não é vergonha chorar
Por alguem que nos amou
Triste é ter que suportar
O vazio que em mim ficou
Graça Basilio
Não é vergonha chorar
Mais vergonha é mentir
Quanto o receio de amar
Me rouba a vontade de sorrir
Grito ao vento e ao luar
Ao sol e á chuva miudinha
Que me apetece chorar
Por me deixares sózinha
Um amor raro de encontrar
Hoje já não se ama assim
Fico triste a perguntar
Porque partiste assim?
Não é vergonha chorar
Por alguem que nos amou
Triste é ter que suportar
O vazio que em mim ficou
Graça Basilio
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
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