Um espaço para revisitar as emoções vividas no Grupo do Facebook: Alentejo-Terra e Gente
sábado, 9 de agosto de 2014
..ERMIDAS E IGREJAS / OLIVENÇA
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Palácio dos Duques de Cadaval,(Câmara Municipal). Foi construido em meados do século XV e é apoiado na parede medieval. A sua porta da frente é o estilo Manuelino (D.Manuel i ) e é um emblema da cidade de Olivença.Também tem sua própria torre do relógio.
sexta-feira, 8 de agosto de 2014
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
AZULEJOS DO ALENTEJO EVORA , LOIOS
toso com os azulejos do convento de Arraiolos, pintados por Gabriel del Barco, exigindo "melhor e mais claro e mais fino". A enorme qualidade de António de Oliveira Bernardes confere ao espaço da nave da igreja dos Lóios de Évora uma inefável espiritualidade azul, também alcançada com a ajuda da intervenção da Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais que, nos anos de 1957 e 1958, retirou os dois retábulos de talha dourada adossados ao arco triunfal.
AZULEJOS DO ALENTEJO ARRAIOLOS
o azul algo mortiço dos azulejos do convento de Arraiolos, pintados por Gabriel del Barco, exigindo "melhor e mais claro e mais fino".
AZULEJOS DO ALENTEJO PORTALEGRE
Pintura, Félix da Costa desprezava os pintores de louça que não tinham tido uma formação consistente nos ateliers dos mestres. António Oliveira Bernardes, António Pereira Ravasco e, muito provavelmente, todos os pintores dessa geração, beneficiaram dessa formação, que sem ser académica, era mais vasta que uma simples especialização técnica. Infelizmente, quando se dedicaram a pintura dos azulejos, eram pagos a unidade, ou como dizem os documentos, ao "milheiro", obrigando-se a produzir quantidades vertiginosas em pouco tempo. Já nos últimos anos da sua carreira, Gabriel del Barco azulejou, apoiado pela sua oficina, em apenas dois anos, (1699 e 1700), a igreja do Convento dos Lóios de Arraiolos, a igreja de Santiago de Évora e a sala da confraria de São Mamede.
domingo, 3 de agosto de 2014
UM ARBUSTO DE SEU NOME CAMARINHA .QUE DÁ O FRUTO QUE SE MOSTRA
Boa tarde amigos, já desde à alguns dias não tenho podido dar uma vista de olhos por este grupo do Alentejo que muito prezo, mas outros afazeres assim o ditaram, no entanto hoje deu para dar uma escapadinha e cá estou junto de vós.
E como também tenho algo muito bom na minha terra ( mas não só, existe muito mais!!!). Portanto, se não houver inconveniente, faço a sua publicação a seguir e abaixo. Nas fotos encontra-se um arbusto chamado "camarneira" que dá um pequeno fruto branco do tamanho de ervilhas as
chamadas "camarinhas" e eu sei que muitos de vós não conhecem, mas que são muito boas e fresquinhas "matam" a sede, mas cuidado comidas em demasia e quentes dão cá umas "cólicas" ......... que devemos conter-nos ao comer muitas. Sei que existe alguém a fazer licores e doces com elas, mas até hoje não tive essa confirmação.
quarta-feira, 30 de julho de 2014
A GASTRONOMIA ALENTEJANA
MIGAS DE "AZEITE MONTEMOR" COM CARAPAUS FRITOS
Ingredientes:
Pão duro
Alho
Azeite Montemor
Água morna
Carapaus
Farinha
Óleo
Uma ou 2 horas antes, limpe o peixe e deite umas pedrinhas de sal para tomar bem o gosto.
Numa terrina, corte o pão em pedaços pequenos. Aqueça água. Deite um pouco de água sobre o pão para amolecer.
.A GASTRONOMIA ALENTEJANA / POR JOSÉ GUERREIRO
O Petisco alentejano!
No Alentejo come-se e bebe-se muito bem. Comer, beber e petiscar são rituais, formas de conviver, de receber, de celebrar. Costuma dizer-se que na casa de um verdadeiro alentejano, tenha muito ou tenha pouco, a mesa está sempre posta. É verdade. E esta realidade confere um sabor muito especial à descoberta da gastronomia e dos vinhos. São produtos de reconhecida valia turística, mas não foi o Turismo quem os criou para consumo externo: fazem parte – e uma parte feliz – do quotidiano mais autêntico da Região.
É bom viver no Alentejo
terça-feira, 29 de julho de 2014
sábado, 26 de julho de 2014
OS MAITESES ---------- POR ANTÓNIO GARROCHINHO.------- DO BLOG DESENVOLTURAS&DESACATOS.
OS MALTESES DA PONTE DA MARATECA - CANÇÃO DO MALTÊS POR MANUEL DA FONSECA - LENDA DA MARATECA - UM POUCO DE HISTÓRIA
OS MALTESES DA PONTE DA MARATECA - CANÇÃO DO MALTÊS POR MANUEL DA FONSECA - LENDA DA MARATECA - UM POUCO DE HISTÓRIA

OS MALTESES
OS MALTESES PERCORRIAM O
ALENTEJO DOURADO, SEMPRE
PROCURANDO ONDE COMER E
DORMIR.
"Maltêz significa natural da ilha de Malta,
ou cavaleiro da Ordem de Malta.
Contudo em Portugal, sobretudo no Alentejo,
não se sabe bem porquê, atribuiu-se o nome
de maltês, a mendigos de passagem, índividuos
mal encarados, "homens desprezíveis". A pala-
vra maltês, é quase sempre empregada com sen-
tido prejurativo"
As condições de vida no Alentejo, por meados do sec XX, eram muito penosas, e o número de pessoas sem trabalho fixo, ou mesmo, sem nenhum trabalho, era muito elevado, sendo a única possibilidade de sobrevivência, a esmola.
Parte desses homens que andavam de Vila em Vila, de aldeia em aldeia, e até de Monte em Monte, eram denominados malteses.
Ao contário dos ciganos, que chegavam a permanecer num sítio, por vezes, uma semana; os malteses, esses, nunca dormiam no mesmo sítio mais que uma noite, circulando sempre, entre os locais onde sabiam ter certa uma esmola, quase sempre em alimentos, como sopas de pão aletejano , migas, etc, etc.
Na região Castro-Almodôvar, os malteses circulavam, por exemplo, entre o Pereiro, o Barrigão, Monte-Gordo (ao pé do Rosário), Várzea da Fôrca, São Marcos da Ataboeira, Torre Vã, Do Testa, etc. etc-
No Do Testa, os senhores de terras da Casa Grande, instituíram mesmo, aquilo a que chamavam a Casa da Malta, ou Casa dos Pobres, onde diàriamente permitiam que os malteses pernoitassem, fornecendo sacos que estes enchiam de palha apanhada na eira, no monturo, e também lhes davam o jantar:
"Olhem lá, vâo ali para o pé
da casa, quando soar a corneta,
venham, que têm uma sopa que
lhes damos"
diziam os da Casa Grande aos malteses que iam chegando dos caminhos.
O Tio João Guerreiro, maltês de São Marcos da Ataboeira, que andava sempre com uma concertina, por vezes, ficava mais de um noite, animando os serões com as suas modas e as suas estórias e ditos.
Os senhores de terras tinham vantagens em ajudar os malteses, pois, estes. eram gente pacata que não roubava, aceitando de boamente o que "generosamente" lhes ofereciam, e até defendiam a propriedade com a sua presença.
Um dos principais protectores dos malteses, (além do já falado, Senhor da Do Testa) era o José Nobre da Torre Vã. Era tal o Poder do fazendeiro que, todo o maltez que se acoitasse na Torre Vã, sentia-se protegido até da própria GNR, e dizia-se, que quem não queria ir à tropa, ia trabalhar para as terras da Torre Vã.
Alguns dos malteses passavam frequentemente no Monte da Ribeira. O Blé Careto, que era de Almodôvar, chegava a fazer pequenos serviços, como arranjar paredes, muros, "porteiras" e outros trabalhos.
"Oh Tia Felicidade, hoje venho cá
almoçar, arranjei ali uma parede...."
Mas para ser maltês, havia que adquirir alguns conhecimentos básicos, como contava o Tio Abílio, no dizer do Zé Batista;
"Havia como que um verdadeiro curso de maltês. Era
tirado na Marateca, e lá os "candidatos", aprendiam
a jogar o pau, e fazer migas, atiçando uma fogueira
debaixo da Ponte. Diz a lenda, que eles só estavam
preparados, quando atiravam ao ar as migas, e as
apanhavam, correndo com a frigideira para o outro
lado da Ponte"
casa-das-primas.blogspot.pt
Canção de maltês
Bati à porta do monte
porque sou um deserdado.
E chovia nessa noite
como se o ceu fosse um mar
entornando-se na terra.
- Quem abre a porta a desoras
morando num descampado?
E continha o rafeiro que ladrava,
na ponta do meu cajado.
Mas veio abri-la o lavrador
com a espingarda na mão,
e pôs um olhar altivo
tão no fundo dos meus olhos
que as mimhas primeiras falas
foram assim naturais:
- guarde a espingarda, senhor,
sou um homenm sem trabalho.
Fui secar-me à lareira.
E a filha do lavrador,
que era uma moça perfeita,
ficou a olhar de gosto
a minha manta rasgada
e o meu fato de maltês.
E com licença do pai,
estendeu-me um canto de pão
com azeitonas maduras.
Não aceitei como esmola;
antes roubar que pedir;
paguei com a melhor história
da minha vida sem rumo.
Foi uma paga de rei.
Prá filha do lavrador
tinha muito mais valia
a história que lhe contei
que o trigo do seu celeiro,
pois estava a olhar de gosto
a minha manta rasgada.
E quando o fogo na lareira
ia aos poucos esmorecendo
agradeci como é de uso;
despedi-me até mais ver
e fui dormir pró palheiro
que é palácio de maltês.
Despedi-me até mais ver
que a gente da minha raça
mal o Sol tenta nascer
ergue-se e parte pelo mundo
sem se lembrar de ninguém.
Assim me deitei ao canto
a esperar pela manhã.
Manuel da Fonseca
LENDA DA MARATECA
Conta-se que um valente cavaleiro português se apaixonou por uma encantadora jovem mourisca. O cavaleiro residia no lugar actualmente denominado de Águas de Moura
O jovem apaixonado teria seguido uma longa viagem, por rio, até ao castelo onde vivia a sua bela amada.
Correndo grandes perigos e conseguindo iludir os seus inimigos, o cavaleiro raptou a linda moura
Juntos embarcaram numa viagem de regresso, deixando para trás os mouros enraivecidos
Seguiram viagem, primeiro pelo Sado, passando posteriormente por um rio pequenino, o actual Marateca
O cavaleiro levou a moura para junto de sua família , onde estaria em segurança e quando lhe perguntavam como ali tinha chegado respondia:
- “ Mar até cá “.
quinta-feira, 24 de julho de 2014
GRUPO CORAL FEMININO AS PAPOILAS EM FLOR
http://vimeo.com/101638638
PROJECTO 1042
Gravado a 26 de Junho em Santo Aleixo da Restauração, Moura, Alentejo
Realização: Tiago Pereira
Som: Telma Morna
Produção: ADC Moura
PROJECTO 1042
Gravado a 26 de Junho em Santo Aleixo da Restauração, Moura, Alentejo
Realização: Tiago Pereira
Som: Telma Morna
Produção: ADC Moura
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