sábado, 9 de agosto de 2014

ERMIDAS E IGREJAS DO ALENTEJO / SÉ DE EVORA


Sabia que a Sé de Évora é a maior Catedral medieval do país?
A um primitivo templo construído entre 1186 e os primeiros anos do século XIII, sucedeu-se o grandioso monumento que hoje existe, resultado essencialmente de duas notáveis campanhas da Baixa Idade Média. 

O coro alto, na fotografia, deve a sua construção à extensa campanha de obras levada a cabo pelo bispo D. Afonso de Portugal na primeira metade do século XVI. Aí se conserva o cadeiral maneirista encomendado pelo arcebispo D. Henrique, Cardeal e futuro monarca, em 1562.

..ERMIDAS E IGREJAS DO ALENTEJO / ( CAPELA DE SÃO DINIS - PAVIA )


A Anta de Pavia, transformada em Capela de São Dinis, localizada em Pavia, é uma das antas mais importantes e mais completas de Portugal. O seu recinto e câmara apresentam 4,30 metros de diâmetro, 3,30 metros de altura.
Foi erguida entre o IV e o III milénio a.C., tendo sido transformada numa capela dedicada a São Dinis ou São Dionísio no século XVII.
Encontra-se classificada como monumento nacional pelo Instituto Português do Património Arquitetónico desde 1910 e no seu interior destaca-se a existência de um painel em azulejo do século XVII.
Outras informações em: http://bit.ly/1dvQTQB

..ERMIDAS E IGREJAS / OLIVENÇA




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 Palácio dos Duques de Cadaval,(Câmara Municipal). Foi construido em  meados do século XV e é apoiado na parede medieval. A sua porta da frente é o estilo Manuelino (D.Manuel i ) e é um emblema da cidade de Olivença.Também tem sua própria torre do relógio. 

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

AZULEJOS DO ALENTEJO EVORA , LOIOS



toso com os azulejos do convento de Arraiolos, pintados por Gabriel del Barco, exigindo "melhor e mais claro e mais fino". A enorme qualidade de António de Oliveira Bernardes confere ao espaço da nave da igreja dos Lóios de Évora uma inefável espiritualidade azul, também alcançada com a ajuda da intervenção da Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais que, nos anos de 1957 e 1958, retirou os dois retábulos de talha dourada adossados ao arco triunfal.

AZULEJOS DO ALENTEJO ARRAIOLOS


o azul algo mortiço dos azulejos do convento de Arraiolos, pintados por Gabriel del Barco, exigindo "melhor e mais claro e mais fino".

AZULEJOS DO ALENTEJO PORTALEGRE


Pintura, Félix da Costa desprezava os pintores de louça que não tinham tido uma formação consistente nos ateliers dos mestres. António Oliveira Bernardes, António Pereira Ravasco e, muito provavelmente, todos os pintores dessa geração, beneficiaram dessa formação, que sem ser académica, era mais vasta que uma simples especialização técnica. Infelizmente, quando se dedicaram a pintura dos azulejos, eram pagos a unidade, ou como dizem os documentos, ao "milheiro", obrigando-se a produzir quantidades vertiginosas em pouco tempo. Já nos últimos anos da sua carreira, Gabriel del Barco azulejou, apoiado pela sua oficina, em apenas dois anos, (1699 e 1700), a igreja do Convento dos Lóios de Arraiolos, a igreja de Santiago de Évora e a sala da confraria de São Mamede.

domingo, 3 de agosto de 2014

UM ARBUSTO DE SEU NOME CAMARINHA .QUE DÁ O FRUTO QUE SE MOSTRA




Boa tarde amigos, já desde à alguns dias não tenho podido dar uma vista de olhos por este grupo do Alentejo que muito prezo, mas outros afazeres assim o ditaram, no entanto hoje deu para dar uma escapadinha e cá estou junto de vós.
E como também tenho algo muito bom na minha terra ( mas não só, existe muito mais!!!). Portanto, se não houver inconveniente, faço a sua publicação a seguir e abaixo. Nas fotos encontra-se um arbusto chamado "camarneira" que dá um pequeno fruto branco do tamanho de ervilhas as 
chamadas "camarinhas" e eu sei que muitos de vós não conhecem, mas que são muito boas e fresquinhas "matam" a sede, mas cuidado comidas em demasia e quentes dão cá umas "cólicas" ......... que devemos conter-nos ao comer muitas. Sei que existe alguém a fazer licores e doces com elas, mas até hoje não tive essa confirmação.


quarta-feira, 30 de julho de 2014

A GASTRONOMIA ALENTEJANA



MIGAS DE "AZEITE MONTEMOR" COM CARAPAUS FRITOS


Ingredientes:
Pão duro
Alho
Azeite Montemor
Água morna
Carapaus
Farinha
Óleo

Uma ou 2 horas antes, limpe o peixe e deite umas pedrinhas de sal para tomar bem o gosto.

Numa terrina, corte o pão em pedaços pequenos. Aqueça água. Deite um pouco de água sobre o pão para amolecer.


.A GASTRONOMIA ALENTEJANA / POR JOSÉ GUERREIRO





O Petisco alentejano!

No Alentejo come-se e bebe-se muito bem. Comer, beber e petiscar são rituais, formas de conviver, de receber, de celebrar. Costuma dizer-se que na casa de um verdadeiro alentejano, tenha muito ou tenha pouco, a mesa está sempre posta. É verdade. E esta realidade confere um sabor muito especial à descoberta da gastronomia e dos vinhos. São produtos de reconhecida valia turística, mas não foi o Turismo quem os criou para consumo externo: fazem parte – e uma parte feliz – do quotidiano mais autêntico da Região. 

É bom viver no Alentejo

..A GASTRONOMIA ALENTEJANA/ CALDO DE PEIXE DA RIBEIRA------ BARBO


.A GASTRONOMIA ALENTEJANA