Um espaço para revisitar as emoções vividas no Grupo do Facebook: Alentejo-Terra e Gente
terça-feira, 23 de setembro de 2014
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
DAVID PEREIRA & ANAZINHA ----- JÁ LÁ VEM O BARCO Á VELA
http://vimeo.com/86695604
PROJECTO 891
David e Anazinha, Já lá vem o barco à vela
Instrumento
Viola Campaniça
Gravado em Castro Verde, Beja, Alentejo ...Baixo alentejo
terça-feira, 16 de setembro de 2014
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
domingo, 14 de setembro de 2014
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
O CANTE É DO ALENTEJO---O CANTE É DE TODA A GENTE
http://www.publico.pt/multimedia/video/-o-cante-e-do-alentejo-o-cante-e-de-toda-a-gente-20131001-164604
Viajámos até ao Alentejo para ver e ouvir os ensaios do Grupo Coral e Etnográfico Os Camponeses de Pias e do Rancho de Cantadores da Aldeia Nova de São Bento. Ouvimos o cante da terra, do amor, da morte, da vida alentejana. E ouvimos que o cante não é só do Alentejo. É de todos.
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
..A CIDADE DE ÉVORA
Alcárcova de Baixo. Tal como na de Cima, ficou na toponímia da cidade a memória de neste local terem existido os fossos que protegiam as muralhas de Yabura contra as investidas da cristandade.
Mais sobre a Alcárcova de Cima, aqui:
https://www.facebook.com/
..A CIDADE DE ÉVORA
Reza a tradição que nas janelas da torre quadrangular da alcáçova do velho castelo de Évora, depois integrada no Palácio dos Duques de Cadaval, subsiste um troféu de guerra a evocar as primeiras conquistas de além-mar.
Com efeito, o capitel de estilo árabe que une as duas janelas geminadas da torre, terá pertencido à mesquita da cidade de Arzila, no norte de África, conquistada pelos portugueses no ano da graça do Senhor de 1471 e de lá trazida por D. Rodrigo de Melo, 1º Conde de Olivença, Capitão-Mor de Tânger e fundador do Convento de São João Evangelista dos Lóios
.A CIDADE DE ÉVORA
De frente para o Templo Romano, no chão que foi o da
acrópole de Liberalitas Iulia e no lugar onde antes existiu o
castelo medieval da cidade de Évora, impõe-se a Igreja de
São João Evangelista do Convento dos Lóios, panteão dos
Duques de Cadaval, erguida que foi por iniciativa de D.
Rodrigo de Melo, 1º Conde de Olivença e Governador de
Tânger, corria então o ano da graça do Senhor de 1485.
O Deus novo e os antigos, lado a lado, marcando a
religiosidade de Évora na noite dos tempos
.A CIDADE DE ÉVORA
Conforme relata Fernão Lopes na célebre crónica de El-Rei D. João
I, corria o ano da graça do Senhor de 1383 quando do terraço da
estrutura medieval erguida com o emparedamento do que restava
do Templo Romano, atacaram os partidários do Mestre de Avis o
castelo da cidade, por lá se encontrar acoitado o Alcaide de Évora,
D . Álvaro Mendes de Oliveira, alvo da fúria popular por ter
tomado partido da causa de D. Leonor Teles.
Só cinco séculos depois destes decisivos acontecimentos para a
manutenção da independência nacional, depois de ter sido torre
militar e açougue das carnes, se libertaria o Templo de Liberalitas
Julia das estruturas dissonantes que lhe ocultavam as feições
clássicas.
mais sobre a desobstrução do Templo Romano de Évora, aqui:
e aqui:
.A CIDADE DE ÉVORA
Na Igreja do Senhor Jesus da Pobreza, templo setecentista tardo-barroco de linhas neo-clássicas simples e airosas erguido no reinado de El-Rei D. João V, «O Magnânimo», destaca-se por entre o casario do velho burgo eborense a sua cúpula hemisférica que corresponde ao cruzeiro do templo, característica essa que a torna singular no contexto da arquitectura portuguesa do seu tempo.
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
terça-feira, 9 de setembro de 2014
PONTES DO ALENTEJO
PONTE ROMANA - PONTE DE VILA FORMOSA -Na estrada para Ponte de Sor,sobre a ribeira de Seda,a imponente ponte romana de Vila Formosa, na via militar de Lisboa a Mérida, um dos mais notáveis monumentos da sua época constituída por 6 arcos de volta redonda.
Alter do Chão -Distrito de Portalegre - Alto Alentejo
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
R E F L E X Ã O A SINGULARIDADE DO CANTE ALENTEJANO ............ (JUN-2014) / POR JOSÉ COLAÇO
R E F L E X Ã O
A SINGULARIDADE DO CANTE ALENTEJANO ............ (JUN-2014)
(Texto colectivo da Direcção da MODA - Associação do Cante Alentejano)
A palavra “Cante”, como alguém a definiu, contém em si as duas faces da mesma realidade: o (can)to da (te)rra, retratando essa ligação umbilical do trabalhador alentejano com a terra-mãe.
Efectivamente, e sobretudo ao longo do último século, desabrochou entre as gentes das vastas planícies do sul uma expressão vocal que se tornou marca identitária de uma cultura. O “cante alentejano” - um canto tradicional polifónico, vulgo “canto a vozes”- nasceu no afã dos trabalhos colectivos do campo e nas longas caminhadas de homens e mulheres entre as aldeias e os locais de monda ou da ceifa, onde era forçoso pontificar ao nascer do sol.
São-lhe atribuídas distintas origens, entre as quais a árabe, o canto gregoriano ou outros cantos eclesiais. Alguns musicólogos vêem-no como uma apropriação, pelo povo, das diferentes formas de cantar a que ao longo do tempo foi tendo acesso, nomeadamente a religiosa, que terá vindo a moldar ao seu jeito e aos seus costumes, até ao que é hoje considerado como “cante”.
Na sua génese, podemos considerá-lo uma melopeia marcada pelo sofrimento: cantar em grupo era uma forma de aplacar as agruras de quem moirejava de sol a sol, auferindo nas suas jornas um salário insuficiente para sustentar a família, mas ainda assim suspirando por esse trabalho, predominantemente sazonal, que o ajudaria a resistir à penúria e, em casos extremos, à pobreza.
O povo, na frugalidade da sua existência, entrelaçou a poesia e o canto, criando composições expressas vocalmente numa polifonia inconfundível, pautada por algumas características essenciais que definem, genericamente, o modo de “cantar à alentejana”: o “ponto” lança a cantiga - geralmente uma quadra - como introdução (enriquecendo o trecho com a sua “ornamentação” melódica) e que o “alto” (numa terceira superior) retoma e expande tematicamente, em jeito de desafio, ao “coro” que o seguirá. E nesses breves minutos de sentido enlace grupal, é como se a alma de um povo estivesse toda ali, de forma avassaladora, em profunda unidade, nas vozes que espontaneamente se combinam, cumprindo um ritual quase sagrado.
Os temas são intemporais e comungam da universalidade das culturas populares: o amor, a saudade, o sonho, a desilusão, a morte, as agruras da vida, a natureza, personificada nas árvores, ribeiras, fontes, aves e flores. A estes temas podem acrescentar-se o rigor do tempo, a dureza do trabalho, a denúncia velada da injustiça social, o lamento pungente pelo abandono da terra natal em busca de melhor sorte… E, em tom mítico, um amor incondicional à terra-mãe visionada como entidade protectora, cúmplice e confidente:
“Eu sou devedor à terra / A terra me está devendo / A terra paga-me em vida / Eu pago à terra em morrendo.”
Por isso se compreende que a terra suscite nos alentejanos a força telúrica que parece emanar de algumas modas, expressa na irrupção solene do coro:
“Alentejo, Alentejo / Terra sagrada do pão / Eu hei-de ir ao Alentejo / Seja de Inverno ou de Verão”.
Para os que tiveram de partir, o sofrimento sublima-se na saudade, vazando-se em arrastadas “nuances” melódicas eivadas de bucolismo:
“Meu Alentejo querido / Cheio de sol e calor / És meu torrão preferido / Meu lindo Alentejo / És pr’a nós encantador”.
É este Cante que o povo alentejano considera como único e seu, um património vivo com que se identifica e que teima em continuar a cantar, a defender e a divulgar, apesar das dificuldades que atravessa, face ao desaparecimento do mundo rural onde foi gerado e que lhe serviu de berço e de escola, sobretudo até ao último quartel do séc. XX. Um Cante que corre perigos vários que urge prevenir, assegurando a sua continuidade face a um mundo globalizado e propício à uniformização cultural.
A mecanização dos campos, a guerra colonial e a emigração foram factores determinantes para a alteração do contexto campesino onde este cante tradicional “sui generis” da nossa cultura, transmitido por via oral de geração em geração, se desenvolveu na genuinidade das suas manifestações (umas majestosas e de carácter solene, outras alegres e conviviais). Era o cante espontâneo e informal, que despontava nas tabernas, feiras, largos e praças, mas também nas igrejas com os “Cantes ao Menino”, convivendo durante quase todo o séc. XX com outro tipo de Cante mais formal, apresentado por Grupos Corais e que tem perdurado até aos dias de hoje.
É este Cante (belo e majestoso) que presentemente os alentejanos desejam ver reconhecido como património imaterial da Humanidade, atendendo ao seu valor musical intrínseco enquanto cante tradicional e veículo preferencial de expressão das suas emoções e sentimentos, para além de constituir marca indelével e inequívoca da sua identidade.
Em Novembro, uma decisão será tomada pela UNESCO, em Paris. Um desfecho positivo, como esperamos, dará um importante contributo para a continuidade do Cante, esse “tesouro” que vem sendo transmitido, ao longo dos tempos, em modas simples, poéticas e melodiosas entoadas pelo povo.
DIRECÇÃO DA MODA – Associação do Cante Alentejano (*)
(*) A MODA-ASSOCIAÇÃO DO CANTE ALENTEJANO é uma entidade que congrega muitos dos Grupos Corais do Alentejo e foi fundada no ano 2000, por iniciativa de diversos Grupos e amigos do “cante”. Os seus objectivos inscrevem-se no âmbito da salvaguarda, da promoção e da divulgação do cante alentejano.
A MODA é uma das entidades promotoras da Candidatura à inscrição do Cante Alentejano na lista do património cultural imaterial da Humanidade pela UNESCO.
.ERVAS AROMÁTICAS DO ALENTEJO E SEUS BENEFÍCIOS.
MACELA(Anthemis nobilis)-Planta frequente nos campos
também conhecida por `cabeças de macela`.
Ajuda a abrir o apetite, febrifuga e sedativa,com outras
propriedades identicas às da camomila.
ERVAS AROMÁTICAS DO ALENTEJO E SEUS BENEFÍCIOS.
Erva-cidreira - Melissa officinalis - A erva-cidreira é uma
planta herbácea e perene, de reconhecido valor como
aromática e medicinal. Ela pertence à mesma família da
hortelã e do manjericão e apresenta um típico perfume de
limão nas folhas. Ela é bastante confundida com a erva-
cidreira-de-folha (Lippia alba) e com o capim-cidró (Cym...
Saiba mais emhttp://goo.gl/YIsSma
planta herbácea e perene, de reconhecido valor como
aromática e medicinal. Ela pertence à mesma família da
hortelã e do manjericão e apresenta um típico perfume de
limão nas folhas. Ela é bastante confundida com a erva-
cidreira-de-folha (Lippia alba) e com o capim-cidró (Cym...
Saiba mais emhttp://goo.gl/YIsSma
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
ALMODÔVAR
Almodôvar é uma vila pertencente ao Distrito
de Beja com cerca de 3'700 habitantes. Encontra-se
assinalada na cartografia islâmica medieval sob o
nome de "Al-Mudura", palavra que significa "cercada
em redondo". A povoação foi reedificada à época da
invasão muçulmana, momento em que foi cercada
por
por
muralhas e edificado um castelo, cujos vestígios
desapareceram (Wikipedia).
OLIVENÇA
Nicolas Olivera Garcia-retamero
Boa tarde Alentejo...708 anos atrás,en Setembro foi colocada la
pedra fundamental,a primeira pedra Castelo Olivença e lê : A
primeira pedra de este Castelo....foi posta en día de San Miguel...e
pos aquí..Pero Lorenso do Rego...en tempo do Rei D.Dinis...era de
mil e tres centos e quareta e quatro anos.
Heráldica, um oliveira,abrigando escudo Portugal ea familia Rego.
Abaixo inscrição e esculpida uma figura feminina com a cabeça
coberta.Rainha Santa Isabel ,esposa de D.Dinis. Muito obrigado e
saudações
terça-feira, 2 de setembro de 2014
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
A ÁGUA É FONTE DE VIDA
JOSÉ DA SILVA MÁXIMO, de Santo António das Areias, fala-nos hoje desse bem tão precioso que é a água. E fá-lo nos seguintes termos:
A água é fonte de vida
De incalculável valia;
Sem água em certa medida
O Mundo nada seria
A água corre p’ró mar
Mal acaba de nascer,
Começa logo a correr
Nem aprendeu a andar!
Ao oceano vai parar
Numa ambição desmedida,
Connosco fica retida
A água que nós bebemos,
Pois no Mundo em que vivemos
A água é fonte de vida.
Moveu azenhas, passou,
Tudo levou de vencida,
Num desvio, de fugida,
Muitos terrenos regou;
Essa água que ficou
Parou sua correria,
Não produziu energia
Mas p’ra todo o ser vivente,
A água é realmente
De incalculável valia.
A água, seja onde for
Lago, rio, fonte ou poço
Ou no mar, esse colosso
É dum enorme valor!
Inodora e incolor,
Nem sempre é bem recebida,
Essa agradável bebida
Para nós imprescindível,
Pois a vida era impossível
Sem água em certa medida.
Quando falta, é desejada;
Se é demais aborrecida
Mas quando vem bem chovida
É bem aceite e louvada!
Água do mar é salgada
Essa enorme bacia,
Mas é certo todavia
Que tem a sua importância,
E sem ela em abundância
O Mundo nada seria.
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
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