Um espaço para revisitar as emoções vividas no Grupo do Facebook: Alentejo-Terra e Gente
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
LENDAS E MITOS DO ALENTEJO
LENDA DO PEGO DAS PIAS
Conta uma das lendas sobre o Pêgo das Pias que um lavrador tinha uma filha que era a menina dos seus olhos. Certo dia a filha adoeceu gravemente. O pai, como a filha era a melhor coisa da sua vida, prometeu a um Santo uma junta de bois e uma grade de ouro se a filha ficasse boa. A filha curou-se, mas o lavrador não pagou a promessa. Como a filha tinha por hábito ir beber água no Pêgo das Pias, que era também onde os bois iam beber, ficou encantada.
Só quem for capaz de segurar a grade de ouro e os bois que vêm ao cimo da água, na manhã de S. João, consegue quebrar o encantamento da filha do lavrador.
Dizem que muita gente já viu a grade e os bois, mas nunca ninguém conseguiu segurá-los.
domingo, 2 de novembro de 2014
.LENDAS E MITOS DO ALENTEJO
Lenda da Moura Encantada
Conta a lenda que, ainda os mouros andavam por Montemor, a filha do governador árabe se apaixonou por um cavaleiro cristão. O pai, desaprovando este amor, enfeitiçou a filha, transformando-a em espírito e encerrando-a numa das torres do castelo. Reza a lenda que a princesa aparece todas as noites na Torre do Anjo e na Pedra da Manteiga, à procura do seu amado. Todos os montemorenses que ali passassem e a vissem ficavam de tal modo apaixonados que se suicidavam por não verem realizado o seu amor.
.LENDAS E MITOS DO ALENTEJO
Lenda da Torre da Má-Hora
Segundo a Lenda, quando os soldados do Rei D. Sancho I se preparavam para atacar Montemor, esconderam-se nas searas que rodeavam o então castelo muçulmano, sem que os mouros desconfiassem da sua presença. Nessa noite, as sentinelas esqueceram-se de uma porta do castelo entreaberta. Os cristão apercebendo-se disso, entraram por essa porta e tomaram rapidamente o castelo que passou a ser português. A partir desta data os mouros passaram a chamar a essa porta e à Torre "Má-Hora", devido à má-hora em que se tinham esquecido da porta aberta.
..LENDAS E MITOS DO ALENTEJO
A Lenda da Costureirinha.
Segundo diversos testemunhos, ouvia-se perfeitamente o som de uma máquina de costura, a trabalhar.
O som trepidante da máquina podia provir de qualquer parte da casa. Era um som tão familiar que não metia medo a ninguém. "A costureirinha estava ali a trabalhar"
Mas quem era ela ?
Segundo a tradição era uma costureirinha que em vida, costumava trabalhar ao domingo, não respeitando o dia sagrado. Outros são da opinião que ela não cumpriu uma promessa feita a S.Francisco.
Por não cumprir com os seus deveres religiosos, fora condenada após a morte, a errar pelo mundo dos vivos durante algum tempo, para se redimir.
No fundo ela é uma alma penada que expia os seus pecados.pelo não cumprimento de promessas feitas a Deus ou a Santos.
Passaram tantos anos. Não sei se há ainda alguém que a ouça, ou terá terminado o seu castigo ?
Acreditem ou não, eu ouvi muitas vezes a costureirinha, tanto no Alentejo como no Algarve
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
. OS TRAJES DO ALENTEJO
Eu alentejana me confesso
Com saudade da terra amada
Que com meu amor professo
Pela terra onde nasci e fui criada.
Sofri quando pra longe parti
Ainda a dor me acompanha
Com esta saudade tamanha
Que guardo sempre por ti
Linda cidade tão prendada
De artesanato e gente honrada
No amor que por ti tenho
Em te elevar eu faço empenho
Para te mostrar o meu apreço
Eu...alentejana me confesso.
Lembro tuas lindas tradições
Teus momumentos tão belos
Lugares simples e singelos
Que alegram nossos corações
Recordo quando trabalhava
No campo e não me cansava
Com tanto calor no verão
E no inverno gelava o coração
Hoje vivo mais amargurada
Com saudades da terra amada.
Conhecia todas as herdades
Nos arredores de São Bento
Por esse concelho a dentro
Caminhava sem vaidades
Aprendi a monda e a ceifar
Azeitona andei a apanhar
Muito trabalhei nas hortas
Hoje ao ver as tuas portas
Valorizo mais este apreço
Que com meu amor professo.
Era feliz na paz dos campos
Ia para a escola ainda menina
Ainda que fosse tão pequenina
Sabia dar valor aos encantos
De ouvir os pássaros chilrear
Os grilos no campo a cantar
Os rebanhos por ali a pastar
E os trabalhadores a labutar
Hoje sinto-me mais apaixonada
Pela terra onde nasci e fui criada.
De Arlete Anjos
16/10/2014
terça-feira, 28 de outubro de 2014
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
CANDIDATURA DO CANTE ALENTEJANO COM PARECER POSITIVO DE ESPECIALISTAS DA UNESCO
A candidatura do cante alentejano a Património Cultural Imaterial da Humanidade recebeu um parecer positivo de uma comissão internacional de especialistas da UNESCO, revelou hoje à agência Lusa o responsável do processo, Paulo Lima.
“O parecer diz que a candidatura reúne todas as condições”, pelo que “temos fundadas esperanças de que o cante alentejano seja inscrito na lista representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade” pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), declarou.
Segundo o mesmo responsável, também diretor da Casa do Cante, em Serpa, o parecer deste grupo de especialistas costuma ser “bastante vinculativo para a decisão final” do Comité Internacional da UNESCO, que se reúne entre os dias 24 e 28 de novembro, em Paris (França).
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domingo, 26 de outubro de 2014
GRUPO CORAL OS ARRAIANOS DE FICALHO / E PEDRO MESTRE
Grupo Coral "Arraianos de Ficalho" e Pedro Mestre
Na cerimónia de abertura da FATOR - 8º Festival de Artes e Ofícios da Raia recuperou-se a sonoridade da viola campaniça, executada por Pedro Mestre, acompanhando o grupo coral “Arraianos de Ficalho”. A viola campaniça foi muito utilizada em Vila Verde de Ficalho nos acompanhamentos de canto popular e das modas, nos “balhos” de roda, e chegou a haver uma meia dúzia de tocadores de viola, que também tocavam valsazinhas e fandangos. Um último exemplar deste instrumento, que faz parte do espólio da Biblioteca-Museu, está atualmente a ser restaurado por Pedro Mestre. A recuperação da viola campaniça em Ficalho foi complementada pela Exposição Cordofones-Viola Campaniça de Pedro Mestre. Vila Verde de Ficalho, 1 de Agosto de 2014, excerto do vídeo realizado no âmbito do projecto: “A Cultura Expressiva na Fronteira Luso-Espanhola”, INET-MD, FCSH-UNL, bolsa de pós-doutoramento financiada pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT).
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
MOINHOS DO ALENTEJO ( CERCAL- SANTIAGO DO CACÉM )
Moinho de água do Adurraco, Cercal. Edição da Câmara
Municipal de Santiago do Cacém. Data desconhecida. Foto
de Luis Pavão.
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
DOCUMENTÁRIO: "DOIS POVOS, UMA CULTURA"
https://www.facebook.com/video.php?v=10202877771605425&set=o.639951742741928&type=2&theater
DOCUMENTÁRIO - DO ALENTEJO A MINAS GERAIS (Brasil)
DOIS POVOS - UMA CULTURA
Pedro Mestre e Chico Lobo - a mesma paixão pela viola de origem popular - a campaniça (em Portugal) e a caipira (no Brasil)
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
MERTOLA UMA VILA COM MAGIA
https://www.facebook.com/video.php?v=266799476677486&set=vb.100000423078067&type=2&theater
Filme:realizado por Margarida Lopes
Fotos:Margarida Lopes
José Alberto Rosa
José Neto
1ª Canção "Em Mértola" musica e letra (Teresa Muge) cantada por Amélia Muge
2ª Canção musica e letra Sebastião Antunes e Janita Salomé e cantada por ambos
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