terça-feira, 11 de novembro de 2014

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

RIOS DO ALENTEJO-----------RIO GUADIANA---------PULO DO LOBO




RIOS DO ALENTEJO-----------RIO MIRA





Rio Mira:...
É navegável entre Mil fontes e Odemira +/- 30 km.... foi um importante porto de águas interiores até aos anos de 1960 ...então as empresas de camionagem tiraram o serviço aos caiques e iates de cabotagem....

...RIOS DO ALENTEJO---------RIO SADO




O Sado (antigamente chamado Sádão) é um rio português, que nasce a 230m de altitude, na Serra da Vigia em Ourique e percorre 180 quilómetros até desaguar no oceano Atlântico perto de Setúbal. No seu percurso passa por Panoias, Alvalade e Alcácer do Sal, sendo a foz em frente a Setúbal. De jusante de Alcácer do Sal até à foz desenvolve-se um largo estuário separado do oceano pela península de Troia.
É dos poucos rios portugueses que corre de sul para norte, tal como o Rio Mira (Odemira, Alentejo), que é de menor dimensão.
No estuário do Sado habita uma população de golfinhos (roaz-corvineiro), que tem resistido à invasão do seu habitat pelo homem (tráfego marítimo para os estaleiros da Mitrena, para o porto de Setúbal e decorrente da pesca e da doca de recreio, além do ferry-boat de ligação entre margens). Em 2013 a população é constituída por 28 elementos1 .
O rio Sado não tem um grande caudal devido a vários factores, destacando-se dois: o clima mais árido do Alentejo, onde se encontra a sua nascente; e o desnível, pequeno, entre a altitude da nascente e a altitude da foz.
A bacia hidrográfica do rio Sado tem uma área de 7692 km², sendo a bacia hidrográfica de maior área inteiramente portuguesa. 2 O estuário ocupa uma área de aproximadamente 160 km², com uma profundidade média de 8m sendo a máxima de 50m.3 O escoamento é forçado principalmente pela maré. O caudal médio anual do rio é de 40m³/s com uma forte variabilidade sazonal — indo de valores diários inferiores a 1m³/s no Verão até superiores a 150m³/s no Inverno.4



segunda-feira, 3 de novembro de 2014

LENDAS E MITOS DO ALENTEJO



LENDA DO PEGO DAS PIAS 

Conta uma das lendas sobre o Pêgo das Pias que um lavrador tinha uma filha que era a menina dos seus olhos. Certo dia a filha adoeceu gravemente. O pai, como a filha era a melhor coisa da sua vida, prometeu a um Santo uma junta de bois e uma grade de ouro se a filha ficasse boa. A filha curou-se, mas o lavrador não pagou a promessa. Como a filha tinha por hábito ir beber água no Pêgo das Pias, que era também onde os bois iam beber, ficou encantada.
Só quem for capaz de segurar a grade de ouro e os bois que vêm ao cimo da água, na manhã de S. João, consegue quebrar o encantamento da filha do lavrador.

Dizem que muita gente já viu a grade e os bois, mas nunca ninguém conseguiu segurá-los.

domingo, 2 de novembro de 2014

PORTEL ----EU OUVI O PASSARINHO

.LENDAS E MITOS DO ALENTEJO



Lenda da Moura Encantada
Conta a lenda que, ainda os mouros andavam por Montemor, a filha do governador árabe se apaixonou por um cavaleiro cristão. O pai, desaprovando este amor, enfeitiçou a filha, transformando-a em espírito e encerrando-a numa das torres do castelo. Reza a lenda que a princesa aparece todas as noites na Torre do Anjo e na Pedra da Manteiga, à procura do seu amado. Todos os montemorenses que ali passassem e a vissem ficavam de tal modo apaixonados que se suicidavam por não verem realizado o seu amor.

.LENDAS E MITOS DO ALENTEJO

Lenda da Torre da Má-Hora
Segundo a Lenda, quando os soldados do Rei D. Sancho I se preparavam para atacar Montemor, esconderam-se nas searas que rodeavam o então castelo muçulmano, sem que os mouros desconfiassem da sua presença. Nessa noite, as sentinelas esqueceram-se de uma porta do castelo entreaberta. Os cristão apercebendo-se disso, entraram por essa porta e tomaram rapidamente o castelo que passou a ser português. A partir desta data os mouros passaram a chamar a essa porta e à Torre "Má-Hora", devido à má-hora em que se tinham esquecido da porta aberta.

..LENDAS E MITOS DO ALENTEJO



A Lenda da Costureirinha.

Segundo diversos testemunhos, ouvia-se perfeitamente o som de uma máquina de costura, a trabalhar.
O som trepidante da máquina podia provir de qualquer parte da casa. Era um som tão familiar que não metia medo a ninguém. "A costureirinha estava ali a trabalhar"
Mas quem era ela ?
Segundo a tradição era uma costureirinha que em vida, costumava trabalhar ao domingo, não respeitando o dia sagrado. Outros são da opinião que ela não cumpriu uma promessa feita a S.Francisco.
Por não cumprir com os seus deveres religiosos, fora condenada após a morte, a errar pelo mundo dos vivos durante algum tempo, para se redimir.
No fundo ela é uma alma penada que expia os seus pecados.pelo não cumprimento de promessas feitas a Deus ou a Santos.
Passaram tantos anos. Não sei se há ainda alguém que a ouça, ou terá terminado o seu castigo ?
Acreditem ou não, eu ouvi muitas vezes a costureirinha, tanto no Alentejo como no Algarve

FONTES DO ALENTEJO


Semedeiros.....fica na estrada entre Alcácer do Sal e o Torrão

FONTES DO ALENTEJO ------------- PINTURA DE CARLOS SOUSA


FONTES DO ALENTEJO --------- PINTURA DE LEONEL BORRELA


FONTES DO ALENTEJO




EVORA - Fonte do Convento dos Remedios

de Rosa Casquinha

FONTE DAS BICAS -------BORBA


quarta-feira, 29 de outubro de 2014

. OS TRAJES DO ALENTEJO



Eu alentejana me confesso
Com saudade da terra amada
Que com meu amor professo

Pela terra onde nasci e fui criada.

Sofri quando pra longe parti
Ainda a dor me acompanha
Com esta saudade tamanha
Que guardo sempre por ti
Linda cidade tão prendada
De artesanato e gente honrada
No amor que por ti tenho
Em te elevar eu faço empenho
Para te mostrar o meu apreço
Eu...alentejana me confesso.

Lembro tuas lindas tradições
Teus momumentos tão belos
Lugares simples e singelos
Que alegram nossos corações
Recordo quando trabalhava
No campo e não me cansava
Com tanto calor no verão
E no inverno gelava o coração
Hoje vivo mais amargurada
Com saudades da terra amada.

Conhecia todas as herdades
Nos arredores de São Bento
Por esse concelho a dentro
Caminhava sem vaidades
Aprendi a monda e a ceifar
Azeitona andei a apanhar
Muito trabalhei nas hortas
Hoje ao ver as tuas portas
Valorizo mais este apreço
Que com meu amor professo.

Era feliz na paz dos campos
Ia para a escola ainda menina
Ainda que fosse tão pequenina
Sabia dar valor aos encantos
De ouvir os pássaros chilrear
Os grilos no campo a cantar
Os rebanhos por ali a pastar
E os trabalhadores a labutar
Hoje sinto-me mais apaixonada
Pela terra onde nasci e fui criada.

De Arlete Anjos
16/10/2014

OS TRAJES DO ALENTEJO





OS TRAJES DO ALENTEJO



trajes dos camponeses alentejanos,nos tempos da outra senhora

. OS TRAJES DO ALENTEJO



o Traje Alentejano domingueiro e o traje tradicional de trabalho.