Museu do Vimieiro "Distrito de Évora"
Um espaço para revisitar as emoções vividas no Grupo do Facebook: Alentejo-Terra e Gente
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
DO SOBREIRO À CORTIÇA
A cortiça é 100% aproveitada, nada se desperdiça. As
aparas sobrantes da produção de rolhas são utilizadas para
o fabrico de vários produtos, como por exemplo pavimentos,
revestimentos, isolamentos, etc.. Com uma aposta na
inovação, a cortiça presta-se, hoje em dia, na fabricação de
calçado, vestuário, mobiliário, marroquinaria ou decoração,
entre muitas outras aplicações originais e ainda por
descobrir.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
ARTESANATO DO ALENTEJO
artigos relacionados (3)
Redondo - Joaquim Boavida, artista de cadeiras alentejanasHá 29 anos que Joaquim Boavida prepara a preceito o repouso de outros. É em Redondo que tem oficina de cadeiras alentejanas, mas mostra a sua arte um pouco por todo o Alentejo, expondo em feiras. Todos os dias junta os pedaços de madeira, pinta-a e entrelaça o buinho para o fundo, um «saber-fazer» que, assegura, «dá dinheiro, mas é preciso trabalhar muito».
Sara Pelicano | sexta-feira, 26 de Abril de 2013
A mão direita segura firme o pincel de ponta fina carregado de tinta branca. O pulso descansa sobre uma pequena régua encostada a uma das tábuas que faz as costas da cadeira. Assim, a mão não treme e a flor pintada sai perfeita. O
O artesão de Redondo, Alentejo, faz cadeiras de madeira com fundo de buinho há 29 anos. Toda a estrutura da cadeira é feita em madeira de pinho, o fundo é buinho, uma planta herbácea que nasce espontaneamente em zonas húmidas. «Algumas faço também as costas em buinho», frisa. «Compro as pranchas de madeira que depois trabalho conforme o tamanho da cadeira que pretendo fazer», comenta Joaquim Boavida. O ofício começou-o ainda menino, no intervalo das aulas aprendia com um carpinteiro da terra. Aos 17 anos voluntariou-se para a tropa e, findo o período militar, regressou à terra natal. Na falta de emprego, dedicou-se ao que já sabia fazer: cadeiras alentejanas. Joaquim assegura «que se ganha dinheiro com esta actividade, mas é preciso trabalhar muito». Acaba a pintura. Fica a secar. Joaquim volta-se para outra cadeira onde falta apenas o fundo. As mãos ásperas seguram o buinho e entrelaçam-no num ritmo cadenciado. O buinho, um produto natural com capacidade de ser quente no Inverno e fresco no Verão, é recolhido ainda verde e secado ao Sol, ganhando assim uma cor dourada. Joaquim trabalha «em série» porque nunca faz uma cadeira do princípio ao fim sem interrupções. «Não se consegue, porque colo os pedaços de madeira e tenho de esperar que seque, depois é a tinta, também esperar que seque. Enquanto isso acontece trabalho noutras», explica. Mas sabe que em média, uma cadeira levará seis horas a fazer. Na oficina de Joaquim Boavida, na Zona Industrial de Redondo, há cadeiras para todos os tamanhos. Desde as mais pequenas, em miniatura, até grandes cadeirões. Todas diferentes porque são todas feitas à mão, um método artesanal que não permite cópias. O cadeireiro, que se dedica com preceito às cadeiras que servirão de repouso a alguém, mostra a sua arte na sua oficina, em lojas de artesanato e feiras onde participa, sobretudo no Alentejo. |
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
FONTES DO ALENTEJO
A fonte de Santa Comba. Está datada de 1891, mas já existiria no século XVI.
Baseada nas fotos que tenho feito em várias cidades e vilas do Alentejo, é interessante anotar que muitas fontes foram construídas ou melhoradas, no que respeita à sua ornamentação, no final do século XIX. E, quanto ao material utilizado, predomina o mármore, como é o caso desta fonte em Moura.
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