segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

ALENTEJO DE LUTO: MAIOR TOCADOR DE VIOLA CAMPANIÇA DO MUNDO FOI A ENTERRAR


terça-feira, 6 de janeiro de 2015

BRASÕES DA NOSSA TERRA.


                                                                     Oscar Aires

Foi o tema,solicitado pala adeministração do grupo,para o 


dia de hoje.


decidi publicar para todo o grupo,o Brasão da terra de todos 

nós.

MESSEJANA---------- BAIXO ALRNTEJO




Messejana - Baixo Alentejo.
Messejana é uma freguesia portuguesa do concelho de Aljustrel, com 113,77 km² de área e 892 habitantes (2011). Densidade: 7,8 hab/km².
O seu nome teve origem na palavra árabe masjana, que significa prisão ou cárcere. Deriva do verbo sajana (encarcerar, meter na prisão).
Reconquistada aos mouros por Dom Sancho II em 1235, recebeu de Dom Dinis categoria de concelho (extinto em 24 de Outubro de 1855, pelo Ministro do Reino Rodrigo da Fonseca). Dom Dinis mandou restaurar seu castelo em 1288 e doou a vila à Ordem Militar de Santiago da Espada.
Dom João III doou-a a Dom João da Silva, Senhor de Vagos, conhecido como “Grande Regedor“. Sucedeu-lhe seu filho Dom Lourenço da Silva, que fez construir (1566-1570) o convento para frades franciscanos e a Igreja da Misericórdia. Dom Lourenço da Silva morreu com cinco irmãos em 1578, na batalha de Alcácer Quibir, da qual participaram a pedido da mãe, que recebera Dom Sebastião em Messejana, em 1573.
Messejana chegou a ter 11 igrejas: a Matriz, a da Misericórdia, a de N. Senhora d‘Assunção, a de N. Senhora do Carmo, a de S. Marcos, a do Convento, a dos Santos Reis, a do Espírito Santo, a de S. Sebastião, a de S. Braz, a de S. Pedro (o velho) e a igreja de S. Pedro (o novo), que não chegou a ser acabada. Também existiam em Messejana três capelas particulares.
Actualmente só há quatro: Igreja Matriz, Igreja da Misericórdia, Igreja de N. Senhora d‘Assunção e Igreja dos Santos Reis. Para além das igrejas, existe ainda a capela da Aldeia dos Elvas.
Podem-se ver ainda as ruínas do Castelo medieval, a Torre do Relógio, as ruínas do Convento, o Fontanário de Alonso Gomes, o Cruzeiro da Independência, casas solarengas e o Museu Etnográfico Biblioteca Pública.
Terra histórica, foi berço de pessoas ilustres e palco de episódios importantes. Recebeu foral de D. Manuel I a 1 de Julho de 1512. D. Joäo II esteve em Messejana em 8 e 9 de Outubro de 1495 quando seguia, doente, para as Caldas de Monchique. Quando D. Sebastião visitou o Sul em 1573, esteve quatro dias em Messejana com a comitiva.
O termo da vila englobava também a freguesia da Conceição. Após 1836, foram-lhe anexadas as freguesias de Vale de Santiago, Alvalade, Casével e Panóias.
O Duque da Terceira esteve em Messejana com sua força militar, reunindo seu conselho de brigadeiros em 17 de Julho de 1833, quando ficou decidida a tomada de Lisboa que deu a vitória aos liberais, os quais derrotaram os miguelistas em 24 de Julho de 1833.
foto e texto Bruno Cruz

GRUPO CORAL DA GUARDA NACIONAL REPUBLICANA


Grupo Coral da Guarda Nacional Republicana, Moda dedicada as Mães - Francelino Domingues

domingo, 4 de janeiro de 2015

BEJA ALENTEJO

.MERTOLA VILA MUSEU


.MERTOLA VILA MUSEU


sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

ROSTOS DO ALENTEJO


ROSTOS DO ALENTEJO


ROSTOS DO ALENTEJO ------- FOTO DIÁRIO DO ALENTEJO


ROSTOS DO ALENTEJO -------- FOTO DIÁRIO DO ALENTEJO


ROSTOS DO ALENTEJO ------ FOTO DIÁRIO DO ALENTEJO


ROSTOS DO ALENTEJO ------ FOTO DIÁRIO DO ALENTEJO


ROSTOS DO ALENTEJO


ROSTOS DO ALENTEJO


ROSTOS DO ALENTEJO


quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

PEDRO MESTRE CAMPANIÇA DO DESPIQUE E CONVIDADOS------------- Janita Salomé, António Zambujo, Rui Vaz (Gaiteiros de Lisboa), Fábia Rebordão, Jorge Fernando, Guilherme Banza, Rancho de Cantadores de Aldeia Nova de S. Bento, Cantadores do Sul, Campaniça Trio, Tânia Lopes, Vasco Sousa e José Manuel David

O PORCO DO MONTADO Á MESA


O PORCO, DOS MONTADOS À MESA




Lavagem das tripas numa qualquer ribeira, usual em tempos 

que já lá vão.

O PORCO DO MONTADO Á MESA



saudades da chaminé, dos bons lumes, do sabor e do 

cheirinho do fomeiro alentejano

O PORCO DOS MONTADOS Á MESA


Nesta altura do ano, no Baixo Alentejo, ligado à tradição da matança do porco, com o sangue e com a cachola (o fígado) faz-se um prato muito apreciado: a Moleja.
Fica aqui a receita: 
Colocava-se no alguidar de barro 1/4 l de vinagre e alguns dentes de alho esmagado, e umas pedra de sal. Aparava-se o sangue do animal lá para dentro, mexendo sempre, com uma colher de pau (não se pode parar de mexer se não coalha).
Ao lume em cima duma trempe, colocava-se um tacho de cobre ou de arame como o da figura, com um pouco de água a amornecer. (a ideia é que a água fique sensivelmente à temperatura do sangue, que está quente do porco) e junta-se o sangue (sempre mexendo) e acrescentam-se mais alguns alhos pisados num almofariz, folhas de louro e cominhos, e vai cozendo, sempre com alguém sentado, mexendo e vigiando. 

Paralelamente, frita-se com banha (já digo porque se deve usar uma boa quantidade), o fígado do porco cortado aos quadrados pequenos, a que se costuma juntar também o coração e um pouco de bofe (pulmão), temperado com sal, folhas de louro, alhos, uma pinga de vinho branco, e os tais cominhos também.
Quando a carne estiver frita (fica com sabor a iscas), reserva-se, adicionando toda a gordura desta fritura à dita cuja Moleja que está ao lume, deixando cozinhar mais algum tempo em lume brando para que a moleja possa ainda absorver o gostinho da gordura da cachola.

Vai-se provando, a moleja deve ficar bem líquida e saborosa. 
É como o vinho, com atenção é possível sentir cada um dos sabores dos seus condimentos. Há pessoas que a fazem de modo extraordinário.

Serve-se bem quente, sobre sopas de pão alentejano(partido aos quadradinhos do mesmo tamanho da cachola que se fritou ) em pratos fundos ou tigelas, e juntam-se em cada prato alguns pedaços de cachola e de bofe, que se confundem com as sopas e só se distinguem na boca.
Há outras receitas. Há quem faça um refogado com salsa e cebola e junte.
Mas esta é a minha preferida, e quem a faz tem quase 90 anos, e muita saúde tenha para a continuar a fazer!