Um espaço para revisitar as emoções vividas no Grupo do Facebook: Alentejo-Terra e Gente
domingo, 18 de outubro de 2015
TRÊS PROCESSOS DE ARTALHAR AZEITONAS
Retalhar a Azeitona
para conserva!
Alentejo / Portugal
Antigamente, retalhava-se à mão, com uma navalha!
Embora muitas pessoas ainda continuem a
utilizar este método, a maioria já recorre a "engenhos"
que tornam a tarefa mais fácil e rápida!
E quem resiste a umas azeitonas "arretalhadas"?
Caminhos do Futuro-Coop. C.T.P.A.P. Montemor-o-Novo, CRL
PREPARAÇÃO PARA A CONFEÇÃO DO TRADICIONAL PÃO ALENTEJANO
PÃO ALENTEJANO
Só ou acompanhado. Em açordas, migas ou ensopado. Em fatias douradas ou em boleimas, o pão alentejano é entrada, refeição e sobremesa, mas também petisco para qualquer hora. Sabor genuíno que o povo tornou pão para toda a obra, deve ser feito e comido sem pressa, como tudo por estas terras onde, havendo pão, ninguém passa fome...
Numa região que durante décadas foi o “celeiro de Portugal”, o pão só podia ser farto e do melhor. Mas mesmo antes das planícies alentejanas se encheram de searas douradas já este alimento fazia parte do quotidiano das gentes do Alentejo, tornando-se naquilo que ainda é hoje: o pão nosso de cada dia.
Fotos: Luísa Batalha e à volta do pão-xuxudidi et plus encore
Texto: Paulo Costa
sábado, 17 de outubro de 2015
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
quinta-feira, 8 de outubro de 2015
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
O CANTE ESTÁ DE LUTO ---- DEIXOU-NOS HOJE DIA 7/10/2015 UM DOS SEUS DIVULGADORES E EXECUTANTE ---- JOÃO FAVINHA -- DESCANCE EM PAZ
to
do CENTRO CULTURAL SOCIAL E RECREATIVO A VOZ DO ALENTEJO NA QUINTA DO CONDE e também do GRUPO CORAL VOZ DO ALENTEJO.
A Direcção da MODA expressa à Direcção do Centro Cultural e, através dela, à família de João Favinha, o seu profundo pesar pela perda de um homem tão generoso e com uma actividade cívica exemplar, que dedicou boa parte da sua vida ao próximo e aos mais desfavorecidos, sem descurar o seu notável contributo na defesa da cultura popular, em especial, através da sua intervenção como cantador e como responsável no Grupo Coral Alentejano "Voz do Alentejo". Que a sua acção seja sempre recordada e dignificada! DESCANSE EM PAZ!
terça-feira, 6 de outubro de 2015
ARLINDO MANUEL COSTA --- PARA OUVIR ESTA MÚSICA É SÓ CLICAR NO NOME DO ARLINDO JUNTO Á DATA DA GRAVAÇÃO 12 DE JULHO DE 2013
Jose Guerreiro partilhou o vídeo de Arlindo Manuel Costa.
4:37/4:37

Arlindo Manuel Costa
do havia outro, já não os vi rivalizar, mas sou do tempo em que entre eles havia uma eira onde se debulhava centeio e fava ratinha a poder de pisadelas de muares, jogadas ar ar com uma pá de madeira, logo que rebentava a maresia. Ao lado, o moinho era destrancado e as velas vociferavam assobialdelas desafiando o povoado. Daí a pouco vinha a feira, em anos chuvosos quem levasse sapato fino vinha de lá descalço.
Quem é que não se lembra, de olhos fechados, do sítio do carrocel Alverca, do circo Cardinal, do poço da morte, da barraca do tio Constantino dos bonecos, onde o Tarzanito trocava os olhos aos adversários e à assistência com fintas mirabolantes, da barraca da Beatriz e do Diamantino dos tiros onde se bebia a melhor gasosa do prémio. Quem é que não colocou, a medo, cinco tostões no par ou ímpar do gaitinha. Ou da tenda de sapatos do tio João, rei dos ciganos em Castro, onde se comia o melhor frango assado varrido pela muinha, em feira de seca. Quem é que não ficou embasbacado, até de madrugada, com as danças e cânticos dos ciganos da feira, vindos do casamento de um cigano rico...fico-me por aqui.
Só para explicar que a temática do CD "Feira de Castro" foi baseada nestas memórias e, muito humilde e modestamente, fiz questão de contribuir para avivar consciências e ajudar a preservar um património e um passado rico que merece outra atenção...não digo mais.
Abraços e disponham!
Quem é que não se lembra, de olhos fechados, do sítio do carrocel Alverca, do circo Cardinal, do poço da morte, da barraca do tio Constantino dos bonecos, onde o Tarzanito trocava os olhos aos adversários e à assistência com fintas mirabolantes, da barraca da Beatriz e do Diamantino dos tiros onde se bebia a melhor gasosa do prémio. Quem é que não colocou, a medo, cinco tostões no par ou ímpar do gaitinha. Ou da tenda de sapatos do tio João, rei dos ciganos em Castro, onde se comia o melhor frango assado varrido pela muinha, em feira de seca. Quem é que não ficou embasbacado, até de madrugada, com as danças e cânticos dos ciganos da feira, vindos do casamento de um cigano rico...fico-me por aqui.
Só para explicar que a temática do CD "Feira de Castro" foi baseada nestas memórias e, muito humilde e modestamente, fiz questão de contribuir para avivar consciências e ajudar a preservar um património e um passado rico que merece outra atenção...não digo mais.
Abraços e disponham!
Subscrever:
Mensagens (Atom)
















