Anjo músico tocando num órgão de tubos (?) rodeado de querubins — em Igreja da Misericórdia de Alvalade (1570), centro histórico.
Um espaço para revisitar as emoções vividas no Grupo do Facebook: Alentejo-Terra e Gente
sexta-feira, 9 de setembro de 2016
ALVALADE INFORMAÇÃO
Pormenor decorativo da 'saia' da abóbada — em Igreja da Misericórdia de Alvalade (1570), centro histórico.
quinta-feira, 8 de setembro de 2016
MUSEU DO TRABALHO EM ABELA ---SANTIAGO DO CACÉM
Em pleno largo 5 de Outubro, num edifício datado da década de quarenta do século passado, que já funcionou como escola primária, posto médico e quartel da Guarda Nacional Republicana, está instalado, desde maio de 2008, o Museu do Trabalho Rural.
Um museu que pede tempo para ver e para sentir. Logo à entrada uma inscrição do escritor Miguel Torga recorda esse tempo: «O Alentejo lembra-me sempre um imenso relógio de sol, onde o Homem faz de ponteiro». Dá-se o mote. Fala-se do território e dos seus protagonistas. A exposição começa por um enquadramento físico do concelho. Um jogo entre planície litoral/serra/planície interior e a forma como a orografia, o clima, o solo influenciam a ocupação humana. Ilustra-se com amostras de terras. Complementa-se com a preciosa Carta Agrícola de Gerardo Augusto Pery (século XIX), com instrumentos topográficos.
Antecipando a subida ao segundo piso, percorrem-se instrumentos agrícolas: uma charrua Melotte, testemunha a brutalidade no lavrar a terra, esforço para seis juntas de bois.
Num recanto um expositor não esquece as mãos engenhosas do concelho com mostra de artes tradicionais: latoaria, cestaria, bordados. Próximo, recordam-se as feiras tradicionais, espaços para «o pregão dos
Sobe-se ao segundo piso, inicia-se uma viagem pelos ciclos da terra. Objectos e imagens contam a lavra, a cava, o desterroar e as sementeiras, as mondas, as regas, as ceifas, as debulhas, o armazenamento dos cereais. Trigo, arroz, centeio, desfilam contados pelos objectos, pela fotografia e pelas descrições. Ficamos a saber que a debulha dos cereais se fazia por quatro métodos: a pé de gado, a trilho, com malho, mecânica. Surpreende a dimensão da forca; a força a que obrigava. Admira-se o engenho: dedeiras fabricadas com canas, para evitar ferimentos. Um cantinho é destinado aos transportes: o carro e a carreta de bois, o carro cantador, os arreios, a ferragem das bestas. Num expositor não podemos deixar de reparar: antigas publicações em torno do mundo rural: lavoura portuguesa (1955), Gazeta das Aldeias (1913), O Lavrador (1910), Almanaque O Século (1955).
Um pequeno mundo com porta aberta para o Largo 5 de Outubro, a avistar a Igreja ao cimo da rua.
Um pequeno mundo com porta aberta para o Largo 5 de Outubro, a avistar a Igreja ao cimo da rua.
Um espaço que, apesar de se situar na pequena aldeia de Abela, uma das 11 sedes de freguesia de Santiago do Cacém, pretende mostrar parte da vida rural do concelho.
Copiado da página do Facebook do Diário do Alentejo: https://www.facebook.com/diariodoalentejo e do site:http://www.cafeportugal.net/pages/sitios_artigo.aspx?id=1466
Copiado da página do Facebook do Diário do Alentejo: https://www.facebook.com/diariodoalentejo e do site:http://www.cafeportugal.net/pages/sitios_artigo.aspx?id=1466
Publicada por João Mendes
quarta-feira, 7 de setembro de 2016
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
terça-feira, 30 de agosto de 2016
VINHO DE TALHA NO ALENTEJO
VINHO DE TALHA, UM VINHO SINGULAR
Em Portugal, o Alentejo tem sido o grande guardião dos vinhos de talha, tendo sabido preservar até aos dias de hoje este processo de vinificação desenvolvido pelos romanos. Ao longo dos tempos, a técnica de fazer vinho em talhas foi sendo passada de geração em geração, de forma quase imutável. Ainda assim, não existe apenas uma maneira de fazer vinho em talhas, variando ligeiramente consoante a tradição local.
Também o crescente interesse dos produtores alentejanos pelos vinhos de talha e a instalação destas vasilhas de barro em algumas modernas adegas, levou à introdução no processo de algumas técnicas e equipamentos que visam facilitar o trabalho sem adulterar a essência da vinificação em talha.
Seguindo os processos mais clássicos ou adotando alguma modernização, o vinho de talha mantém-se como um produto único, sublime representante da milenar cultura do vinho no Alentejo.
Não existe apenas uma forma de fazer o vinho de talha. A maneira mais clássica de elaboração do vinho de talha, tal como o ilustre agrónomo António Augusto de Aguiar deixou registado em 1876, não passa por prensa nem lagares fechados, servindo muitas vezes o próprio pavimento das adegas para a pisa e esmagamento da uva. As adegas, muitas vezes com arcos altos, têm janelas grandes por onde a uva é descarregada diretamente para o pavimento que é lajeado e esconso para o centro de forma a que o mosto siga, deslizando, para uma cisterna ou talha enterrada.
domingo, 28 de agosto de 2016
CINCO RAZÕES PARA COMER MAIS FIGOS
O figo é um fruto que, além de ser delicioso, traz poderosos benefícios para a sua saúde.
É rico em fibras. Pode ser uma boa ajuda para quem quer perder peso, desde que comidos com moderação, claro! Não tenha receio, pois os figos não engordam tanto como se pensa. Cem gramas de figos frescos têm à volta de 65 calorias, porque contêm uma elevada percentagem de água. O seu alto teor de fibras ajuda a controlar o colestrol, a glicose e irá contribuir para um programa de gestão eficaz do peso.
Reduz a pressão sanguínea. Os especialistas alertam que quem consome muita comida embalada, com alto teor de sódio, tem mais tendência a desenvolver hipertensão. Os figos, por seu lado, são ricos em potássio, um mineral reconhecido por ajudar a baixar e controlar a pressão sanguínea.
Reforça a densidade óssea. Não só são ricos em cálcio, promovendo a densidade óssea, como reduzem a perda de cálcio através da urina, impedindo a sua fuga do organismo.
Melhora a saúde cardíaca. Uma das virtudes da folha de figueira é ser capaz de diminuir os níveis de triglicéridos (acumulação de gordura no tecido adiposo) no organismo, melhorando a saúde do seu coração e reduzindo o risco de vir a desenvolver doença cardiovascular.
Ajuda a controlar a diabetes. Algumas culturas usam as folhas de figueira como forma de controlar a diabetes e garantem que o seu consumo reduz a necessidade de injecções de insulina.
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