Um espaço para revisitar as emoções vividas no Grupo do Facebook: Alentejo-Terra e Gente
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
DOÇARIA ALENTEJANA BOLEIMA ALENTEJANA
Boleima Alentejana
Alter-do-Chão
Ingredientes:
500 g de farinha ;
200 g de açúcar amarelo ;
3 ovos inteiros ;
2 dl de azeite ou óleo ;
2 dl de leite c/ café ou só leite ou só café ;
raspa de limão (facultativo)
1 colher de café de fermento em pó
Confecção:
Mistura-se tudo muito bem, depois bate-se com a mão de modo a envolver, e fazer uma massa homogénea e compacta. Unta-se previamente um tabuleiro com óleo ou azeite, e deita-se a massa.
Seguidamente com as costas de uma faca como que vincando, dá-se uns golpes na massa superficialmente não profundos.
1º. Efectua-se o corte ao alto;
2º. Depois o corte atravessado.
Em seguida, espalha-se por cima açúcar amarelo e canela de modo a cobrir a superfície da massa no total.
E vai ao forno quente, cerca de 40 minutos ±, até estar alourado, para melhor verificação da cozedura da massa espetasse-lhe um palito e se este sair seco está no ponto…
Aí está a Famosa e Rica BOLEIMA ALENTEJANA !!!
Bom Apetite…
fonte: receita talvez desta Srª. Isabel Morais Pousadas
3 ovos inteiros ;
2 dl de azeite ou óleo ;
2 dl de leite c/ café ou só leite ou só café ;
raspa de limão (facultativo)
1 colher de café de fermento em pó
Confecção:
Mistura-se tudo muito bem, depois bate-se com a mão de modo a envolver, e fazer uma massa homogénea e compacta. Unta-se previamente um tabuleiro com óleo ou azeite, e deita-se a massa.
Seguidamente com as costas de uma faca como que vincando, dá-se uns golpes na massa superficialmente não profundos.
1º. Efectua-se o corte ao alto;
2º. Depois o corte atravessado.
Em seguida, espalha-se por cima açúcar amarelo e canela de modo a cobrir a superfície da massa no total.
E vai ao forno quente, cerca de 40 minutos ±, até estar alourado, para melhor verificação da cozedura da massa espetasse-lhe um palito e se este sair seco está no ponto…
Aí está a Famosa e Rica BOLEIMA ALENTEJANA !!!
Bom Apetite…
fonte: receita talvez desta Srª. Isabel Morais Pousadas
DOÇARIA DO ALENTEJO NÓGADOS DE BEJA
Geralmente associado ao azeite, o mel constitui o ingrediente fundamental de uma série variada de doces típicos do Alentejo....Nógados de Beja
DOÇARIA DO ALENTEJO SERICAIA DE AMEIXAS
Sericaia com Ameixas de Elvas
O Convento das Clarissas de Elvas e o Convento das Chagas de Vila Viçosa.
O toque da canela, e a sua textura fofa, fazem deste doce uma verdadeira delicia. É acompanhado pelas famosa ameixas de Elvas, o que vem enriquecer ainda mais esta especialidade alentejana.
Faz-se assim:
Ingredientes:
1l leite
400g de açucar
12 ovos
125g de farinha
2 paus de canela
1 limão
sal fino q.b.
canela em pó q.b.
ameixas de Elvas q.b.
Preparação:
Pré-aquecer o forno a 225º. Leve ao lume o leite com duas cascas de limão, os dois paus de canela e uma pitada de sal. Deixe ferver, retire e deixe arrefecer um pouco. Entretanto bata as gemas com o açucar até obter um creme fofo. De seguida dissolva a farinha num pouco de leite fervido. Junte de novo ao leite. Adicione também a mistura das gemas com o açucar, e leve a lume brando, até engrossar, mexendo sempre. Retire do lume, tire a casca de limão e o pau de canela e deixe arrefecer. Bata as claras em castelo bem firme, e incorpore, com cuidado, no preparado anterior, que deverá estar morno. Deite o creme num prato largo e fundo de barro, e polvilhe abundantemente com canela em pó. Leve ao forno durante cerca de 1 hora. Faça o teste do palito.
Acompanhe com ameixas de Elvas.
Para deixar as ameixas, um pouco mais moles e desfeitas, como eu gosto, levo ao lume as ameixas com um pouco de àgua e deixo ferver 10 minutos, mexendo ocasionalmente.
Ingredientes:
1l leite
400g de açucar
12 ovos
125g de farinha
2 paus de canela
1 limão
sal fino q.b.
canela em pó q.b.
ameixas de Elvas q.b.
Preparação:
Pré-aquecer o forno a 225º. Leve ao lume o leite com duas cascas de limão, os dois paus de canela e uma pitada de sal. Deixe ferver, retire e deixe arrefecer um pouco. Entretanto bata as gemas com o açucar até obter um creme fofo. De seguida dissolva a farinha num pouco de leite fervido. Junte de novo ao leite. Adicione também a mistura das gemas com o açucar, e leve a lume brando, até engrossar, mexendo sempre. Retire do lume, tire a casca de limão e o pau de canela e deixe arrefecer. Bata as claras em castelo bem firme, e incorpore, com cuidado, no preparado anterior, que deverá estar morno. Deite o creme num prato largo e fundo de barro, e polvilhe abundantemente com canela em pó. Leve ao forno durante cerca de 1 hora. Faça o teste do palito.
Acompanhe com ameixas de Elvas.
Para deixar as ameixas, um pouco mais moles e desfeitas, como eu gosto, levo ao lume as ameixas com um pouco de àgua e deixo ferver 10 minutos, mexendo ocasionalmente.
DOÇARIA DO ALENTEJO ENXOVALHADA
Enxovalhada (Alentejo)
A enxovalhada é um bolo de Natal tradicional da doçaria alentejana, mais concretamente da região do Alentejo Central (Montemor-o-Novo). É um bolo muito saboroso e a receita é extremamente simples. Fica com uma consistência que faz lembrar uma queijada maciça e o toque final do açúcar e canela faz toda a diferença.
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
terça-feira, 16 de outubro de 2012
PARTILHO COM O GRUPO ESTE MEU TRABALHO CLICAR NO LINK EM BAIXO E DEPOIS NAS FOTOS
Partilho com o Grupo o meu trabalho publicado no Liquid Images sobre esta região tão querida.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
MOINHO DE VENTO EM SERPA COM POEMA DE MANUEL GRAÇA
Era lindo ,os moinhos de vento
Em tempos que já lá vão
Cairam no esquecimento
Só resta a recordação
Dava gosto admirar
Nos pontos mais elevados
Moinhos de vento caiados
Quatro velas a girar
O grande mastro a rodar
Com grande desenvolvimento
Proporcionando o movimento
A toda aquela egrenagem
Embelezavam a paisagem
Era lindo,os moinhos de vento
Quando o moinho moia
O vento certo a soprar
Ouvia-se os buzios tocar
Uma bela melodia
Como se fosse uma sinfonia
Em perfeita afinação
As mós a moer o grão
Saindo farinha e farelo
Mas esse património rico e belo
São tempos que já lá vão
A vida foi evoluindo
Foi morrendo a agricultura
Uma doença sem cura
Os moinhos foram caindo
As pessoas foram desistindo
Foram perdendo o alento
Procuraram outro intento
Para a sua sobrevivência
Os moinhos entraram em decadência
Cairam no esquecimento
Os moinhos estão perdidos
Que a vida assim se prestou
A agricultura falhou
Aos poucos foram esquecidos
Em ruinas destruidos
Não voltam a moer grão
Foram levados a extinsão
Como se vê por ai fora
Dessas belezas de outrora
Só resta a recordação
Manuel Graça
Só resta a recordação
Dava gosto admirar
Nos pontos mais elevados
Moinhos de vento caiados
Quatro velas a girar
O grande mastro a rodar
Com grande desenvolvimento
Proporcionando o movimento
A toda aquela egrenagem
Embelezavam a paisagem
Era lindo,os moinhos de vento
Quando o moinho moia
O vento certo a soprar
Ouvia-se os buzios tocar
Uma bela melodia
Como se fosse uma sinfonia
Em perfeita afinação
As mós a moer o grão
Saindo farinha e farelo
Mas esse património rico e belo
São tempos que já lá vão
A vida foi evoluindo
Foi morrendo a agricultura
Uma doença sem cura
Os moinhos foram caindo
As pessoas foram desistindo
Foram perdendo o alento
Procuraram outro intento
Para a sua sobrevivência
Os moinhos entraram em decadência
Cairam no esquecimento
Os moinhos estão perdidos
Que a vida assim se prestou
A agricultura falhou
Aos poucos foram esquecidos
Em ruinas destruidos
Não voltam a moer grão
Foram levados a extinsão
Como se vê por ai fora
Dessas belezas de outrora
Só resta a recordação
Manuel Graça
MOINHOS DO ALENTEJO SANTIAGO DO CACEM
Moinhos do Alentejo
Nas noites, desaparecem moinhos,
Envoltos por névoas sombrias!
São pontos assim, tão pequeninos...
Túmulos de moagens vazias!
Pálida, a lua se esconde embuçada,
E vai suspensa num violáceo céu!
Aparece!...Ó lua amortalhada!
Descerra a claridade com teu véu!
As mós, os moleiros sulcam sozinhos!
E o vento, soprando no Alentejo,
Vai girando incansáveis, os moinhos!
Ó brisa suave...Eterna companheira!
Realiza-nos o último desejo...
Gira-nos as pás na volta derradeira!
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives
Túmulos de moagens vazias!
Pálida, a lua se esconde embuçada,
E vai suspensa num violáceo céu!
Aparece!...Ó lua amortalhada!
Descerra a claridade com teu véu!
As mós, os moleiros sulcam sozinhos!
E o vento, soprando no Alentejo,
Vai girando incansáveis, os moinhos!
Ó brisa suave...Eterna companheira!
Realiza-nos o último desejo...
Gira-nos as pás na volta derradeira!
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives
domingo, 14 de outubro de 2012
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
POEMA DE DEODATO ANTONIO PAIAS POETA POPULAR ALENTEJANO
POEMA SOBRE A AGRICULTURA
Agricultura abandonada
Alguém disso foi culpado
Foi quem assinou o tratado
Dessa grande desenvoltura
Pagar para não semear
Para a terra não lavrar
Cavaram a nossa sepultura
Sem de nada perceber
Isto é no meu entender
Nada no campo se afigura.
O campo está selvagem
Há muita falta de limpeza
É um perigo de certeza
Alterar assim a paisagem
Maior perigo de incêndio
Vai trazer maior dispêndio
Devido ao excesso de folhagem
A falta da terra lavrada
E da limpeza acompanhada
Nesta floresta selvagem.
No campo não há trabalho
Acabaram as mondadeiras
Já se não vêem as ceiferas
Até nem se ouvem chocalhos
Os rebanhos diminuiram
Tudo no campo destruiram
Só agora existem encalhos
Ninguém já vai desmatar
Nem o arvoredo limpar
No campo não há trabalhos.
Deodato António Paias... Poeta Popular Alentejano.
Dessa grande desenvoltura
Pagar para não semear
Para a terra não lavrar
Cavaram a nossa sepultura
Sem de nada perceber
Isto é no meu entender
Nada no campo se afigura.
O campo está selvagem
Há muita falta de limpeza
É um perigo de certeza
Alterar assim a paisagem
Maior perigo de incêndio
Vai trazer maior dispêndio
Devido ao excesso de folhagem
A falta da terra lavrada
E da limpeza acompanhada
Nesta floresta selvagem.
No campo não há trabalho
Acabaram as mondadeiras
Já se não vêem as ceiferas
Até nem se ouvem chocalhos
Os rebanhos diminuiram
Tudo no campo destruiram
Só agora existem encalhos
Ninguém já vai desmatar
Nem o arvoredo limpar
No campo não há trabalhos.
Deodato António Paias... Poeta Popular Alentejano.
POEMA DE JOSÉ DA SILVA MÁXIMO POETA POPULAR ALENTEJANO
QUASE NO FIM
O homem vira empecilho
Velho e atacado p’lo mal;
Tenha ou não algum filho
Vai morrer ao Hospital
Meu Deus como o homem fica
Quando a vida está no fim!
É a fase mais ruim
Que o nosso destino indica;
De forte passa a medrica,
Já nem conhece o seu trilho,
É p’rá família um peguilho
Volta aos tempos de criança,
Conforme a idade avança
O homem vira empecilho.
Sempre a velhice foi dura
Feia, triste até mais não;
É digna de compaixão
A realidade mais pura.
Se a força nos não atura
Torna-se a vida banal,
O homem fica afinal
Em situação comovente,
Logo que um dia se sente
Velho e atacado p’lo mal.
Em tempos que já lá vão
Não metia tanto medo,
A mulher não tinha emprego
A não ser de ocasião;
Sentia satisfação
Em tratar os pais com brilho;
Agora é um espartilho
Não poder ser como era
O velho sabe o que o espera
Tenha ou não algum filho.
Hoje os filhos não podiam
A seus pais se dedicar;
Mesmo que quisessem dar
O amor que eles queriam.
Só p’ra herdar serviriam
Haver filhos do casal,
A vida não é igual,
O velho fica a saber
Se lhe faltar o poder
Vai morrer ao Hospital.
Poeta Alentejano José da Silva Máximo.!!!!
Meu Deus como o homem fica
Quando a vida está no fim!
É a fase mais ruim
Que o nosso destino indica;
De forte passa a medrica,
Já nem conhece o seu trilho,
É p’rá família um peguilho
Volta aos tempos de criança,
Conforme a idade avança
O homem vira empecilho.
Sempre a velhice foi dura
Feia, triste até mais não;
É digna de compaixão
A realidade mais pura.
Se a força nos não atura
Torna-se a vida banal,
O homem fica afinal
Em situação comovente,
Logo que um dia se sente
Velho e atacado p’lo mal.
Em tempos que já lá vão
Não metia tanto medo,
A mulher não tinha emprego
A não ser de ocasião;
Sentia satisfação
Em tratar os pais com brilho;
Agora é um espartilho
Não poder ser como era
O velho sabe o que o espera
Tenha ou não algum filho.
Hoje os filhos não podiam
A seus pais se dedicar;
Mesmo que quisessem dar
O amor que eles queriam.
Só p’ra herdar serviriam
Haver filhos do casal,
A vida não é igual,
O velho fica a saber
Se lhe faltar o poder
Vai morrer ao Hospital.
Poeta Alentejano José da Silva Máximo.!!!!
terça-feira, 9 de outubro de 2012
TEXTOS ALENTEJANOS FOTO MERTOLA
TI ZÉ BONITO
" José Custódio Domingos Brincheira, com 88 anos de idade, natural de Mértola, viúvo, mais conhecido por Ti Zé Bonito, tem uma vida que muito dá para contar. Aos oito anos de idade não foi para a escola: foi para a escola da vida, a dos pobres da altura. Como o pai do Zé, carreiro por profissão, trabalhava na loja do José Galho, estabelecido com roupas e mercearia, logo se se lembraram dele para ir fazer mandados. Em troca, na loja, onde é hoje o Café Guadiana, ia recebendo, de quando em vez, uma melhadura. Pequena compensação pois o Zé era pequeno, além de mocinho bonito. Devo já dizer que, por esse facto, ficou logo mais chamado por Zé Bonito , por aqui e ali.
Trabalhador de campo na monda e na ceifa que o Fialho de Almeida retratou no "País das Uvas", servente de pedreiro e da moagem, operário conserveiro em Vila Real de Santo António, com " pá e pica " nas estradas à volta de Beja. Vendedor de água, nas ruas da vila, com o burro
carregado de quatro cântaros de dez litros, a um escudo cada, era ele que "matava" então a sede de água potável da maré vazia do Guadiana a grande parte da população.
Mas o que os mais velhos, ainda hoje, alumiam, foi a lida, em particular, que ele teve durante muitos anos: a carregar sacos de 77 quilos de farinha às costas, além rio, para as padeiras da vila de Mértola. Já com 30 anos de idade, fazia esse trabalho pelo qual cobrava quatro escudos por saco. Trabalhador barqueiro no transporte do rio também foi.
Zé Brincheira foi, apesar de tudo, jovem desportista, amador do ciclismo. Envergando a camisola do Benfica, participou, conjuntamente com os algarvios que aqui viviam, além do Arnaldo, do Zé Colaço e do Zé da Cruz, nas corridas de ida e volta ao Vale d'Açor nos arredores, organizadas pelo Zé Silvestre. Ganhou medalhas na bicicleta alugada, a um escudo por quarto d'hora.
Hoje, Ti Zé Bonito, na casa que habita na Vila Velha, faz frequentemente as refeições de caldeirada de muge. Lava também a sua própria roupa, com sabão azul e branco. Trata, no quintal, das laranjeiras e do limoeiro.
Com uma reforma de cerca de 40 contos apenas, lá vai governando a vida. Deita-se às 23 horas e, num só sono, levanta-se pontualmente às 7 horas. Com razoável saúde, exceptuando o mal das cataratas, o que não o impede, claro está, de comer, à noite, a bucha que traz de casa, com a indispensável cerveja, num dos cafés da vila.
Queremos que Ti Zé Bonito fique connosco muitos e muitos anos, relatando-nos as suas histórias da vida. Ele é um símbolo do Trabalhador Alentejano...
-
In" Textos Alentejanos "- de João Honrado
Mas o que os mais velhos, ainda hoje, alumiam, foi a lida, em particular, que ele teve durante muitos anos: a carregar sacos de 77 quilos de farinha às costas, além rio, para as padeiras da vila de Mértola. Já com 30 anos de idade, fazia esse trabalho pelo qual cobrava quatro escudos por saco. Trabalhador barqueiro no transporte do rio também foi.
Zé Brincheira foi, apesar de tudo, jovem desportista, amador do ciclismo. Envergando a camisola do Benfica, participou, conjuntamente com os algarvios que aqui viviam, além do Arnaldo, do Zé Colaço e do Zé da Cruz, nas corridas de ida e volta ao Vale d'Açor nos arredores, organizadas pelo Zé Silvestre. Ganhou medalhas na bicicleta alugada, a um escudo por quarto d'hora.
Hoje, Ti Zé Bonito, na casa que habita na Vila Velha, faz frequentemente as refeições de caldeirada de muge. Lava também a sua própria roupa, com sabão azul e branco. Trata, no quintal, das laranjeiras e do limoeiro.
Com uma reforma de cerca de 40 contos apenas, lá vai governando a vida. Deita-se às 23 horas e, num só sono, levanta-se pontualmente às 7 horas. Com razoável saúde, exceptuando o mal das cataratas, o que não o impede, claro está, de comer, à noite, a bucha que traz de casa, com a indispensável cerveja, num dos cafés da vila.
Queremos que Ti Zé Bonito fique connosco muitos e muitos anos, relatando-nos as suas histórias da vida. Ele é um símbolo do Trabalhador Alentejano...
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In" Textos Alentejanos "- de João Honrado
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
LÁ NO MONTADO O SOBREIRO
O SOBREIRO
O Sobreiro é uma pintura a pastel sobre cartão da autoria do pintor e rei português Carlos de Bragança. Pintado em 1905 e mede 177 cm de altura e 91 cm de largura; representa um exemplar da árvore epónima.[1]
A pintura pertence ao Museu da Fundação da Casa de Bragança de Vila Viçosa.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
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