Minha Aldeia minha Aldeia
Um espaço para revisitar as emoções vividas no Grupo do Facebook: Alentejo-Terra e Gente
sábado, 26 de janeiro de 2013
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
domingo, 20 de janeiro de 2013
Retrato escrito da planície há 60 anos atrás
Estamos no fim do mês de Junho e o dia amanheceu quente. Na planície, não se vê uma árvore que faça sombra na imensidão das searas a perder de vista; desde o nascer do sol que o rancho da ceifa labuta de corpos vergados sobre a terra, sempre na mesma cadência: a cada dois lances o ceifeiro faz o mantulho, com mais dois lances pousa a mancheia, que o atador vai juntando até encher o atilho, e com duas joelhadas aperta o molho e faz o “ferrolho”. Por volta das nove horas, vem o almoço, numas marmitas de esmalte dentro de um alforge ao lombo de uma muar. O manajeiro dá ordem para ir à bucha e os ceifeiros lá podem descansar, enquanto comem as sopas de batata – com o pique de toucinho frito para tirar gordura e para temperar as sopas. Mal acabam de comer, logo se ouve a voz do manajeiro: “Vá arriba, que temos que ir fazer qualquer coisa ao homem” e lá voltam de novo os ceifeiros à sua triste sina de juntar com as duas mãos o que outros espalharam com uma. O Sol, cada vez mais alto e mais quente, parece querer incendiar os corpos cansados, secando o suor que vai formando cristais de sal nas costas das camisas. É meio-dia pelo Sol, e o manajeiro dá ordem de largar para o jantar; agora o rancho tem hora e meia para comer e descansar. Mas que descanso: o Sol parece um braseiro e sombra não há… só resta comer o jantar de grãos com chanfana à torreira do Sol, com algum mais bem governado armando o sombreiro para conseguir algum conforto enquanto “engole as sopas”, outros vão juntando alguns molhos para tentar fazer uma pequena sombra sob a qual possam endireitar a espinha; outos sem sombra esperam que depressa se passe esta hora para começar a trabalhar e refrescar o corpo com o seu suor… Ah, planície alentejana, a tua paz e quietude é feita de suor e lagrimas.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
CASTELO DE ALCACER DO SAL
O castelo de Alcácer do Sal, de construção muçulmana, é um dos poucos exemplares em que tecnologicamente se utiliza a taipa.
As crónicas mais antigas referem que tinha duas portas, uma a norte, chamada Porta Nova, e outra para nascente chamada Porta de Ferro. Os seus muros, construídos maioritariamente em pedra, mas possuindo alguma parte de taipa, ocupam um grande espaço sendo todos cercados por grandes torres. Entre elas encontra-se uma chamada Adaga, por ter no meio esta alma esculpida numa pedra. É de cantaria, obra fortíssima e é quadrada. Além desta existem outras trinta, todas em pedra, excepto a do relógio, e a de algique, que são de taipa, altíssimas e bem formadas.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
ENXOVALHADA DOCE TRADICIONAL DO ALTO ALENTEJO
Enxovalhada /Alto Alentejo
ingredientes:
350 gr de açúcar
2 ovos
100 gr de margarina
1 colher de sopa de banha
0,5 litro de leite morno
raspa de limão
500 gr de farinha
1 colher de café de fermento
----------------
preparação:
-------------
Muma taça grande mistura-se o açúcar, os ovos, a margarina, a banha, o leite morno, o fermento, e uma raspa de limão.
Por fim junta-se a farinha.
Mete-se num pirex ou numa forma grande untada e vai ao forno média cerca de 20 minutos.
Polvilha-se com açúcar e canela.
receita Fonte/Autoria: Paula Ferreira
SERICAIA
SERICAIA --- No Alentejo come-se e bebe-se muito bem. Comer, beber e petiscar são rituais, formas de conviver, de bem receber, e celebrar.
PÃO DE RALA
Pão de rala -- Alentejo --- O pão de rala é uma sobremesa típica de Évora, integrando a riquíssima doçaria conventual do Alentejo
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
IGREJA DAS SERVAS --- BORBA
BORBA
O que eu sei sobre Borba é que se trata de uma recém cidade do Alentejo Central, sede de concelho, cuja economia assenta na exploração dos mármores de rara beleza e qualidade, muito exportados para todo o mundo sobretudo para o Médio Oriente, no vinho de elevada qualidade, onde existe uma Adega Cooperativa (por exemplo, a marca Galitos) e no azeite de grande qualidade, finíssimo e com pouca acidêz.
Ainda se pode acrescentar uma grande riqueza histórica, pois é antiquissíma, e Borba é conhecida também pelas hortas, porque se situa numa zona de vale fértil , com muita água, nomeadamente lençóis subterrâneos (as formações creio que calcárias de mármore resultam dessas mesmas caraterísticas geológicas, de muita água subterrânea). Podia falar do pão, dos queijos e enchidos, dos molhinhos, da gastronomia muito metódica.
Fui conhecendo, por acaso, várias pessoas de Borba, e o que posso afirmar é que elas partilham várias caraterísticas interessantes, são pessoas muito especiais, há ali um micro cultura, muita "sedimentação" cultural, e orgulho nas suas origens, o que sempre me criou uma enorme curiosidade em conhecer esta terra, o que fiz assim que pude, confirmando e excedendo o que eu já imaginava..
Desconheço o Autor deste texto.!!!
Desconheço o Autor deste texto.!!!
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Subscrever:
Mensagens (Atom)










.jpg)
.jpg)





.jpg)





















